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Candidatos a presidente falam sobre o Bolsa-Família


Do Diário OnLine

24/08/2006 | 10:23


Os candidatos a Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB), Heloísa Helena (PSOL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abordaram nesta quinta-feira, na propaganda eleitoral gratuita no rádio, a questão do Bolsa-Família. Os três prometeram, se eleitos, manter o programa e buscar o aperfeiçoamento do mesmo. Já o candidato do PDT, senador Cristovam Buarque, criticou programa.

Lula disse buscará atrelar ao Bolsa-Família a geração de empregos, para que o indivíduo não fique dependente desta ajuda. Ele também destacou o fato de que mais de 11 milhões de famílias já receberam o benefício e que o programa já é conhecido no exterior.

Alckmin seguiu o mesmo caminho. Prometeu manter o Bolsa-Família e gerar empregos. Ele lembrou da Renda Cidadã, criada por ele quando era governador de São Paulo e que distribui R$ 60 às famílias que ganham até um salário mínimo.

No entanto, o candidato tucano, que perde espaço para Lula a cada nova pesquisa de intenção de voto, aproveitou para dar uma ‘cutucada’ no ‘presidente/candidato’. “O brasileiro não pode perder a capacidade de se indignar. Corrupção, desvio de dinheiro quer dizer menos escola, menos hospital, menos emprego.”

Heloísa Helena disse que manterá o benefício, porém irá fornecer maior estrutura para o funcionamento do mesmo, como escola em período integral para os estudantes, centros esportivos, culturais e profissionalizantes. Em seguida, ela também ‘bateu’ em Lula forma sutil. “Vou manter o Bolsa-Família, não para exploração eleitoreira e perversa da pobreza, mas para garantir a dignidade das nossas famílias brasileiras.”

Já Cristovam Buarque não disse se vai manter o programa. Ele apenas o comparou com o Bolsa Escola, criado por ele. “O Bolsa-Escola, ao mesmo tempo que dava dinheiro à mãe pobre, garantia escola para o filho dela. Era uma bolsa e uma escola. A bolsa ajudava a mãe. A escola mudava a vida do filho. Hoje está faltando escola na Bolsa-Família.”


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