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Uma Palavra sem Lugar


Juliana Ravelli
do Diário do Grande ABC

06/11/2011 | 07:00


Todas as palavras têm significado e servem para formar uma frase, certo? Nem sempre. Em Uma Palavra que Ainda Não Foi Escrita (Lilian Lovisi, Editora Casarão do Verbo, 48 págs., R$ 33) a protagonista quer descobrir quem é e em qual lugar se encaixa melhor. Assim, parte em grande aventura para encontrá-lo.

Na biblioteca, dizem que não há espaço; os livros têm suas próprias palavras. Além disso, não seria justo com os autores das obras acrescentar uma desconhecida. No jornal e no teatro a personagem também não acha solução para o problema. Mas, afinal, por que ninguém quer uma palavra tão bonita e educada? A resposta começa a aparecer somente após transfusão de tinta comandada pelo velho dicionário.

João Pedro Albuquerque Oliveira, 9 anos, de São Caetano, leu e curtiu muito o livro. "Não parava de rir em algumas horas. Pensava: ‘Por que será que ela não se encaixa em lugar nenhum?'. Não imaginava o motivo." O garoto também ficou surpreso quando a identidade da protagonista foi revelada e aprovou o desfecho da história.

As palavras são amigas de João Pedro. Sem elas, o menino acredita que a gente não poderia se comunicar direito. E intimidade com as letrinhas ele tem; aos 7 anos lançou a primeira obra: Um Aventureiro e Seus Amigos. A caixola já está cheia de ideias para o segundo livro. Além disso, em setembro, o garoto se transformou no novo integrante da Academia Popular de Letras de São Caetano!



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Uma Palavra sem Lugar

Juliana Ravelli
do Diário do Grande ABC

06/11/2011 | 07:00


Todas as palavras têm significado e servem para formar uma frase, certo? Nem sempre. Em Uma Palavra que Ainda Não Foi Escrita (Lilian Lovisi, Editora Casarão do Verbo, 48 págs., R$ 33) a protagonista quer descobrir quem é e em qual lugar se encaixa melhor. Assim, parte em grande aventura para encontrá-lo.

Na biblioteca, dizem que não há espaço; os livros têm suas próprias palavras. Além disso, não seria justo com os autores das obras acrescentar uma desconhecida. No jornal e no teatro a personagem também não acha solução para o problema. Mas, afinal, por que ninguém quer uma palavra tão bonita e educada? A resposta começa a aparecer somente após transfusão de tinta comandada pelo velho dicionário.

João Pedro Albuquerque Oliveira, 9 anos, de São Caetano, leu e curtiu muito o livro. "Não parava de rir em algumas horas. Pensava: ‘Por que será que ela não se encaixa em lugar nenhum?'. Não imaginava o motivo." O garoto também ficou surpreso quando a identidade da protagonista foi revelada e aprovou o desfecho da história.

As palavras são amigas de João Pedro. Sem elas, o menino acredita que a gente não poderia se comunicar direito. E intimidade com as letrinhas ele tem; aos 7 anos lançou a primeira obra: Um Aventureiro e Seus Amigos. A caixola já está cheia de ideias para o segundo livro. Além disso, em setembro, o garoto se transformou no novo integrante da Academia Popular de Letras de São Caetano!

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