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Nagueta: chave de ouro

Maila Barreto Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipe do D+

30/06/2013 | 07:00


Divulgação/Bruna Grillo

Clique e veja galeria de fotos: http://www.dgabc.com.br/Galeria/246/minha-banda-ai-no-festival-de-cultura-nagueta

 

Depois de conversar com a cantora Tiê e os artistas de O Teatro Mágico nos bastidores, a Nagueta fechou o festival com músicas próprias, especialmente, mas também rolou O Rappa e James Brown. “Tem que ser honesto, fazer o que acredita”, disse o vocalista Roger, que pulou e dançou o tempo todo.

O som deles levantou a galera, que sofria com o frio. “São alternativos e muito animados”, disse Paula Rosa, 14 anos, que veio de Barueri para vê-los. “Nós os conhecemos tocando em barzinho e começamos a acompanha-los. Gosto do ritmo e das letras de protesto”, afirmou Belissa Fávero, 26, também de Barueri.

Para o vocalista Roger, tocar no festival é uma tremenda vitrine. Feldeman, 17, estava muito feliz. “Foi uma experiência sensacional, primeira vez que tocamos para um público tão grande e com essa estrutura.” Erick, 20, ficou surpreso com o público. “A aceitação foi muito boa.”



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Nagueta: chave de ouro

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30/06/2013 | 07:00


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Depois de conversar com a cantora Tiê e os artistas de O Teatro Mágico nos bastidores, a Nagueta fechou o festival com músicas próprias, especialmente, mas também rolou O Rappa e James Brown. “Tem que ser honesto, fazer o que acredita”, disse o vocalista Roger, que pulou e dançou o tempo todo.

O som deles levantou a galera, que sofria com o frio. “São alternativos e muito animados”, disse Paula Rosa, 14 anos, que veio de Barueri para vê-los. “Nós os conhecemos tocando em barzinho e começamos a acompanha-los. Gosto do ritmo e das letras de protesto”, afirmou Belissa Fávero, 26, também de Barueri.

Para o vocalista Roger, tocar no festival é uma tremenda vitrine. Feldeman, 17, estava muito feliz. “Foi uma experiência sensacional, primeira vez que tocamos para um público tão grande e com essa estrutura.” Erick, 20, ficou surpreso com o público. “A aceitação foi muito boa.”

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