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Barreira a calçado chinês deve gerar 60 mil empregos no setor



10/09/2009 | 07:00


A aplicação pelos próximos seis meses do direito antidumping provisório contra as importações de calçados chineses poderá gerar a abertura de até 60 mil postos de empregos para o setor no País nos próximos 12 meses, avalia o diretor executivo da Abicalçados, Heitor Klein.

Segundo ele, esse número corresponde às vagas perdidas no último trimestre do ano passado, em razão dos efeitos da crise financeira internacional, que somaram aproximadamente 40 mil postos, mais 20 mil que deverão ser criados diante da perspectiva de ampliação da capacidade produtiva brasileira. "A medida representa o retorno da competitividade do calçado brasileiro", afirmou Klein. A norma divulgada ontem impõe uma taxa adicional de US$ 12,47 a cada par de calçado importado da China - que responde por 83% dos desembarques do produto no Brasil.

O valor médio do par de calçado importado da China entre janeiro e julho foi de US$ 7,03, segundo a Abicalçados. "A indústria nacional, certamente, passará a absorver a demanda por parte destes calçados que deixarão de ser importados", disse.

Com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o setor calçadista acumula um saldo positivo de 7,5 mil vagas de janeiro a junho, elevando o contingente de trabalhadores diretos para 301,7 mil. No entanto, no mesmo período do ano passado o total era de 325,1 mil postos de trabalho.

De acordo com a entidade, parte da redução dos postos é creditada às importações, já que o mercado interno se manteve aquecido.



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Barreira a calçado chinês deve gerar 60 mil empregos no setor


10/09/2009 | 07:00


A aplicação pelos próximos seis meses do direito antidumping provisório contra as importações de calçados chineses poderá gerar a abertura de até 60 mil postos de empregos para o setor no País nos próximos 12 meses, avalia o diretor executivo da Abicalçados, Heitor Klein.

Segundo ele, esse número corresponde às vagas perdidas no último trimestre do ano passado, em razão dos efeitos da crise financeira internacional, que somaram aproximadamente 40 mil postos, mais 20 mil que deverão ser criados diante da perspectiva de ampliação da capacidade produtiva brasileira. "A medida representa o retorno da competitividade do calçado brasileiro", afirmou Klein. A norma divulgada ontem impõe uma taxa adicional de US$ 12,47 a cada par de calçado importado da China - que responde por 83% dos desembarques do produto no Brasil.

O valor médio do par de calçado importado da China entre janeiro e julho foi de US$ 7,03, segundo a Abicalçados. "A indústria nacional, certamente, passará a absorver a demanda por parte destes calçados que deixarão de ser importados", disse.

Com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o setor calçadista acumula um saldo positivo de 7,5 mil vagas de janeiro a junho, elevando o contingente de trabalhadores diretos para 301,7 mil. No entanto, no mesmo período do ano passado o total era de 325,1 mil postos de trabalho.

De acordo com a entidade, parte da redução dos postos é creditada às importações, já que o mercado interno se manteve aquecido.

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