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Brasileiro pagará 35,36% em tributos


Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

03/11/2007 | 07:13


A arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais deve crescer 1,14 ponto percentual neste ano.

A estimativa é de Amir Khair, professor de economia e especialista em finanças públicas. Segundo suas projeções, neste ano, a carga tributária incidente sobre os brasileiros deverá subir para 35,36% do PIB.

No ano passado, as contribuições e taxas representavam 34,23% do Produto Interno Bruto.

Para chegar a esses resultados, Amir Khair usa como base a previsão de um PIB de R$ 2,537 trilhões, o que representa um crescimento de 5% em relação a 2006, com inflação de 4%.

Previdência - Segundo o especialista em finanças públicas, os principais impostos que farão a carga tributária ser maior para as três instâncias de governo são os pagos para a Previdência Social, que será 0,30 ponto maior e deverá ser responsável por 26,5% da arrecadação, e o Imposto de Renda, com aumento de 0,29 ponto e peso de 25,3% na carga tributária.

Para Khair, os dados mostram que a atividade econômica em alta é positiva, na medida em que eleva o nível de formalização do emprego e, conseqüentemente, faz as empresas contribuírem mais, assim como os trabalhadores que passam a ter carteira de trabalho assinada.

“O governo ganha com a economia sadia. Também está havendo um maior combate à sonegação de impostos e tributos, pois o sistema das Fazendas estaduais e municipais tem se aprimorado”, explica.

A análise também leva em consideração o fato de que está havendo desonerações fiscais, como a adoção do Supersimples e da correção da tabela do Imposto de Renda, mas, segundo Khair, as alíquotas também poderiam ser reduzidas já que a melhora na economia e a formalização no mercado de trabalho, compensam a perda de arrecadação com tais subsídios fiscais.

“A realidade mostra que, pelo contrário, a arrecadação subiu e o governo poderia reduzir mais essas alíquotas”, atesta.



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Brasileiro pagará 35,36% em tributos

Luciele Velluto
Do Diário do Grande ABC

03/11/2007 | 07:13


A arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais deve crescer 1,14 ponto percentual neste ano.

A estimativa é de Amir Khair, professor de economia e especialista em finanças públicas. Segundo suas projeções, neste ano, a carga tributária incidente sobre os brasileiros deverá subir para 35,36% do PIB.

No ano passado, as contribuições e taxas representavam 34,23% do Produto Interno Bruto.

Para chegar a esses resultados, Amir Khair usa como base a previsão de um PIB de R$ 2,537 trilhões, o que representa um crescimento de 5% em relação a 2006, com inflação de 4%.

Previdência - Segundo o especialista em finanças públicas, os principais impostos que farão a carga tributária ser maior para as três instâncias de governo são os pagos para a Previdência Social, que será 0,30 ponto maior e deverá ser responsável por 26,5% da arrecadação, e o Imposto de Renda, com aumento de 0,29 ponto e peso de 25,3% na carga tributária.

Para Khair, os dados mostram que a atividade econômica em alta é positiva, na medida em que eleva o nível de formalização do emprego e, conseqüentemente, faz as empresas contribuírem mais, assim como os trabalhadores que passam a ter carteira de trabalho assinada.

“O governo ganha com a economia sadia. Também está havendo um maior combate à sonegação de impostos e tributos, pois o sistema das Fazendas estaduais e municipais tem se aprimorado”, explica.

A análise também leva em consideração o fato de que está havendo desonerações fiscais, como a adoção do Supersimples e da correção da tabela do Imposto de Renda, mas, segundo Khair, as alíquotas também poderiam ser reduzidas já que a melhora na economia e a formalização no mercado de trabalho, compensam a perda de arrecadação com tais subsídios fiscais.

“A realidade mostra que, pelo contrário, a arrecadação subiu e o governo poderia reduzir mais essas alíquotas”, atesta.

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