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Serraglio diz que proximidade das eleições preservou Lula



08/04/2006 | 00:04


Apesar de reconhecer que "não foi possível provar o envolvimento do Lula (presidente Luiz Inácio Lula da Silva)" no mensalão ou em caixa 2 de campanha eleitoral, o relator da CPMI dos Correios, deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), acredita que a proximidade com as eleições contribuiu para que ele fosse mais preservado. "Se fosse no primeiro ano de mandato as coisas seriam diferentes. Tenho convicção disso", acentuou.

A isso somou-se a limitação da própria CPMI em suas investigações. "Tem que ver que estamos num âmbito de investigação limitado. Não investigo todas as coisas do Lula", ponderou. Segundo ele, só foi possível chegar perto do filho do presidente, Fábio, sócio de uma empresa que teve debêntures compradas pela Petros (fundo de pensão da Petrobras), quando foram investigados os fundos de pensão.

"Mas investigamos marginalmente, porque não foi criada a CPI dos Fundos de Pensão" disse. "Se tiver uma CPI para investigar esse tipo de coisa vai às últimas conseqüências."

Além disso, não havia nenhum respaldo popular para se responsabilizar o presidente. "A população, talvez até sabiamente, separou o Lula do lamaçal que vinha aparecendo", afirmou.



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Serraglio diz que proximidade das eleições preservou Lula


08/04/2006 | 00:04


Apesar de reconhecer que "não foi possível provar o envolvimento do Lula (presidente Luiz Inácio Lula da Silva)" no mensalão ou em caixa 2 de campanha eleitoral, o relator da CPMI dos Correios, deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), acredita que a proximidade com as eleições contribuiu para que ele fosse mais preservado. "Se fosse no primeiro ano de mandato as coisas seriam diferentes. Tenho convicção disso", acentuou.

A isso somou-se a limitação da própria CPMI em suas investigações. "Tem que ver que estamos num âmbito de investigação limitado. Não investigo todas as coisas do Lula", ponderou. Segundo ele, só foi possível chegar perto do filho do presidente, Fábio, sócio de uma empresa que teve debêntures compradas pela Petros (fundo de pensão da Petrobras), quando foram investigados os fundos de pensão.

"Mas investigamos marginalmente, porque não foi criada a CPI dos Fundos de Pensão" disse. "Se tiver uma CPI para investigar esse tipo de coisa vai às últimas conseqüências."

Além disso, não havia nenhum respaldo popular para se responsabilizar o presidente. "A população, talvez até sabiamente, separou o Lula do lamaçal que vinha aparecendo", afirmou.

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