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Do virtual para o real


Do Diário do Grande ABC

19/11/2019 | 11:07


Um conglomerado de origem chinesa, com operações diversas via internet, avaliado em US$ 460 bilhões (R$ 1,93 trilhão), que teve em 2018 lucro de US$ 11,9 bilhões (R$ 50 bilhões) e com possibilidade de instalar um centro logístico em Santo André. É o tipo de notícia que não pode ser ignorada. Pelo contrário. É urgente que se crie uma comissão para agilizar o negócio. 

É premente que o assunto entre nas rodas de discussão nos níveis municipal, estadual e até federal. Condições para o recebimento de tal investimento devem ser criadas, até porque, outros municípios certamente estão de olho e buscarão de todas as formas um jeito de se colocar nessa disputa.

É necessário destacar as características favoráveis, tais como o posicionamento geográfico – a cidade está localizada próximo do Porto de Santos, do Rodoanel e do aeroporto de Cumbica –, o que pode facilitar sobremaneira a chegada de produtos que, posteriormente, serão comercializados. Além disso, tem a Capital como vizinha, e a maior cidade do País e da América do Sul é potencial consumidora da gama de itens e serviços oferecida pelos chineses, que atuam ainda no comércio de eletrônicos, agronegócio, armazenamento de dados na nuvem e pagamentos on-line.

Outro ponto a se levar em consideração é o fato de o conglomerado ter como expertise tornar os produtores locais seus fornecedores. Ou seja, além de gerar impostos, ainda contribui para a criação de empregos diretos e indiretos.

Claro que há entraves, principalmente no campo tributário. Mas nesse sentido já ocorreu um primeiro lance de boa vontade, que foi a sinalização dada pelo governador João Doria aos diretores do grupo de que estaria disposto a lhes conceder isenções fiscais. 

O que não pode é parar no tempo e esperar pela boa vontade dos chineses. Eles têm o mundo inteiro como opção para suas instalações. Se não se sentirem atraídos, certamente tiram o time de campo e levam seus incontáveis dólares para outras paragens.



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19/11/2019 | 11:07


Um conglomerado de origem chinesa, com operações diversas via internet, avaliado em US$ 460 bilhões (R$ 1,93 trilhão), que teve em 2018 lucro de US$ 11,9 bilhões (R$ 50 bilhões) e com possibilidade de instalar um centro logístico em Santo André. É o tipo de notícia que não pode ser ignorada. Pelo contrário. É urgente que se crie uma comissão para agilizar o negócio. 

É premente que o assunto entre nas rodas de discussão nos níveis municipal, estadual e até federal. Condições para o recebimento de tal investimento devem ser criadas, até porque, outros municípios certamente estão de olho e buscarão de todas as formas um jeito de se colocar nessa disputa.

É necessário destacar as características favoráveis, tais como o posicionamento geográfico – a cidade está localizada próximo do Porto de Santos, do Rodoanel e do aeroporto de Cumbica –, o que pode facilitar sobremaneira a chegada de produtos que, posteriormente, serão comercializados. Além disso, tem a Capital como vizinha, e a maior cidade do País e da América do Sul é potencial consumidora da gama de itens e serviços oferecida pelos chineses, que atuam ainda no comércio de eletrônicos, agronegócio, armazenamento de dados na nuvem e pagamentos on-line.

Outro ponto a se levar em consideração é o fato de o conglomerado ter como expertise tornar os produtores locais seus fornecedores. Ou seja, além de gerar impostos, ainda contribui para a criação de empregos diretos e indiretos.

Claro que há entraves, principalmente no campo tributário. Mas nesse sentido já ocorreu um primeiro lance de boa vontade, que foi a sinalização dada pelo governador João Doria aos diretores do grupo de que estaria disposto a lhes conceder isenções fiscais. 

O que não pode é parar no tempo e esperar pela boa vontade dos chineses. Eles têm o mundo inteiro como opção para suas instalações. Se não se sentirem atraídos, certamente tiram o time de campo e levam seus incontáveis dólares para outras paragens.

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