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Igreja Anglicana defende luta contra Aids


Do Diário do Grande ABC

20/09/2000 | 09:52


A Igreja Anglicana sul-africana uniu-se nesta quarta-feira à controvérsia sobre a relaçao entre o vírus HIV e a Aids, declarando, em um comunicado, que a História julgará a falta de açao do Governo contra a doença como ``um crime contra a Humanidade, comparado ao apartheid''.

O arcebispo da Cidade do Cabo, monsenhor Njongonkulu Ndungane, primaz da Igreja Anglicana da Africa do Sul, estimou que ``o que parece cada vez mais evidente é a pouca importância que o Governo dá à busca de uma soluçao. Corresponde nós, no mínimo, pressionar os dirigentes políticos para que esta situaçao mude''.

``Acreditamos que a história julgará a lentidao da resposta deste país a esta pandemia, nao em atermos estatísticos e sim humanos, já que as injustiças que a mesma provoca serao julgadas como um sério crime contra a Humanidade, assim como o apartheid'', acrescentou o prelado em um comunicado.

Monseñor Ndungane insistiu que os chefes de todas as religioes devem se reunir para preparar um plano de açao contra a pandemia da AIDS.

A Africa do Sul é um dos países do mundo mais afetados pela AIDS. Segundo cifras oficiais, 4,2 milhoes de sul-africanos (ou seja, um em cada dez) sao soropositivos.

Mas o presidente Mbeki e seu Governo se apegam à teoria de que o vírus é apenas uma das causas da doença, da mesma maneira que a pobreza e a má nutriçao. Esta teoria é apoiada por ``cientistas dissidentes'', minoritários no mundo médico.



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Igreja Anglicana defende luta contra Aids

Do Diário do Grande ABC

20/09/2000 | 09:52


A Igreja Anglicana sul-africana uniu-se nesta quarta-feira à controvérsia sobre a relaçao entre o vírus HIV e a Aids, declarando, em um comunicado, que a História julgará a falta de açao do Governo contra a doença como ``um crime contra a Humanidade, comparado ao apartheid''.

O arcebispo da Cidade do Cabo, monsenhor Njongonkulu Ndungane, primaz da Igreja Anglicana da Africa do Sul, estimou que ``o que parece cada vez mais evidente é a pouca importância que o Governo dá à busca de uma soluçao. Corresponde nós, no mínimo, pressionar os dirigentes políticos para que esta situaçao mude''.

``Acreditamos que a história julgará a lentidao da resposta deste país a esta pandemia, nao em atermos estatísticos e sim humanos, já que as injustiças que a mesma provoca serao julgadas como um sério crime contra a Humanidade, assim como o apartheid'', acrescentou o prelado em um comunicado.

Monseñor Ndungane insistiu que os chefes de todas as religioes devem se reunir para preparar um plano de açao contra a pandemia da AIDS.

A Africa do Sul é um dos países do mundo mais afetados pela AIDS. Segundo cifras oficiais, 4,2 milhoes de sul-africanos (ou seja, um em cada dez) sao soropositivos.

Mas o presidente Mbeki e seu Governo se apegam à teoria de que o vírus é apenas uma das causas da doença, da mesma maneira que a pobreza e a má nutriçao. Esta teoria é apoiada por ``cientistas dissidentes'', minoritários no mundo médico.

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