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Analistas criticam acordo argentino com FMI


Do Diário do Grande ABC

09/09/2000 | 15:23


As novas metas fiscais acertadas pelo governo argentino com o Fundo Monetário Internacional, para 2000 e 2001, foram consideradas pelos analistas econômicos como um sinal negativo para os investidores estrangeiros. O analista da JP Morgan, José Luis Daza, disse que o acordo com o FMI tira a credibilidade do governo e reflete a sua pouca vontade para fazer um novo ajuste dos gastos do Estado.

O governo argentino baixou recentemente um pacote de medidas econômicas, incluindo a reduçao dos salários do funcionalismo público, mas foi obrigado a renegociar com o FMI o déficit fiscal para este ano e para 2001. O economista Alberto Ades, da Goldman Sachs, criticou algumas medidas protecionistas para a indústria local, afirmando que elas nao "despertarao o apetite dos investidores estrangeiros" e, portanto, será difícil alcançar um bom nível de crescimento.

Os analistas concordam que os novos números da economia argentina sao mais realistas, mas insistem em afirmar que o governo terá que ajustar os gastos para cumprir o acordo com o FMI.



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Analistas criticam acordo argentino com FMI

Do Diário do Grande ABC

09/09/2000 | 15:23


As novas metas fiscais acertadas pelo governo argentino com o Fundo Monetário Internacional, para 2000 e 2001, foram consideradas pelos analistas econômicos como um sinal negativo para os investidores estrangeiros. O analista da JP Morgan, José Luis Daza, disse que o acordo com o FMI tira a credibilidade do governo e reflete a sua pouca vontade para fazer um novo ajuste dos gastos do Estado.

O governo argentino baixou recentemente um pacote de medidas econômicas, incluindo a reduçao dos salários do funcionalismo público, mas foi obrigado a renegociar com o FMI o déficit fiscal para este ano e para 2001. O economista Alberto Ades, da Goldman Sachs, criticou algumas medidas protecionistas para a indústria local, afirmando que elas nao "despertarao o apetite dos investidores estrangeiros" e, portanto, será difícil alcançar um bom nível de crescimento.

Os analistas concordam que os novos números da economia argentina sao mais realistas, mas insistem em afirmar que o governo terá que ajustar os gastos para cumprir o acordo com o FMI.

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