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CUT define reivindicações dos metalúrgicos

Um dos pedidos é o aumento salarial acima da inflação


Leone Farias
do Diário do Grande ABC

14/06/2012 | 07:00


A FEM-CUT (Federação dos Sindicatos dos Metalúrgicos da CUT-SP) realizou ontem reunião-plenária, em sua sede, em São Bernardo, com cerca de 150 delegados dos 14 sindicatos filiados à entidade - entre eles o dos Metalúrgicos do ABC, e definiu as principais reivindicações que farão parte da campanha salarial deste ano. A categoria, que conta na região com 107 mil trabalhadores, tem data base em setembro.

Entre os pontos definidos ontem, que passarão por assembleias entre os dias 15 e 24 e depois serão encaminhados à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), estão questões como a luta, novamente, por aumento real (acima da inflação), a extensão da licença-maternidade de 120 para 180 dias, por seguro de vida em grupo e pela redução da jornada sem diminuição de salários.

O presidente da FEM-CUT, Valmir Marques, o Biro-Biro, assinalou, em relação ao índice de reajuste, que o percentual será construído durante as negociações com os diferentes ramos de atividades que fazem parte do setor. Além das montadoras - para as quais já há acordo coletivo fechado até 2013 - há as áreas de fundição, estamparia, grupo 2 (máquinas e eletrônicos), grupo 3 (autopeças, forjaria, parafusos), 8 (trefilação, laminação de metais ferrosos, refrigeração, equipamentos ferroviários, rodoviários entre outros) e 10 (lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros).

Quanto à licença-maternidade de 180 dias, Biro-Biro cita que quatro dos sete grupos já aceitaram esse prazo. "Só faltam os grupos 10, 8 e estamparia", disse.

Outro benefício para os trabalhadores, o seguro de vida em grupo se destina oferecer proteção aos que sofrem doenças profissionais. "Ainda temos muitos lesionados, que são punidos duplamente, primeiro pela lesão e depois porque caem no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)", afirma.

 

 



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CUT define reivindicações dos metalúrgicos

Um dos pedidos é o aumento salarial acima da inflação

Leone Farias
do Diário do Grande ABC

14/06/2012 | 07:00


A FEM-CUT (Federação dos Sindicatos dos Metalúrgicos da CUT-SP) realizou ontem reunião-plenária, em sua sede, em São Bernardo, com cerca de 150 delegados dos 14 sindicatos filiados à entidade - entre eles o dos Metalúrgicos do ABC, e definiu as principais reivindicações que farão parte da campanha salarial deste ano. A categoria, que conta na região com 107 mil trabalhadores, tem data base em setembro.

Entre os pontos definidos ontem, que passarão por assembleias entre os dias 15 e 24 e depois serão encaminhados à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), estão questões como a luta, novamente, por aumento real (acima da inflação), a extensão da licença-maternidade de 120 para 180 dias, por seguro de vida em grupo e pela redução da jornada sem diminuição de salários.

O presidente da FEM-CUT, Valmir Marques, o Biro-Biro, assinalou, em relação ao índice de reajuste, que o percentual será construído durante as negociações com os diferentes ramos de atividades que fazem parte do setor. Além das montadoras - para as quais já há acordo coletivo fechado até 2013 - há as áreas de fundição, estamparia, grupo 2 (máquinas e eletrônicos), grupo 3 (autopeças, forjaria, parafusos), 8 (trefilação, laminação de metais ferrosos, refrigeração, equipamentos ferroviários, rodoviários entre outros) e 10 (lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros).

Quanto à licença-maternidade de 180 dias, Biro-Biro cita que quatro dos sete grupos já aceitaram esse prazo. "Só faltam os grupos 10, 8 e estamparia", disse.

Outro benefício para os trabalhadores, o seguro de vida em grupo se destina oferecer proteção aos que sofrem doenças profissionais. "Ainda temos muitos lesionados, que são punidos duplamente, primeiro pela lesão e depois porque caem no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)", afirma.

 

 

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