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Ribeirão espera verba do Dade até dia 30

Administração de Kiko solicitou R$ 7,4 milhões de recurso perdido ainda da gestão Saulo


Felipe Siqueira
Especial para o Diário

06/06/2017 | 07:00


A Prefeitura de Ribeirão Pires já formalizou pedido junto ao governo do Estado de São Paulo para resgatar quantia não utilizada do Dadetur (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento Turístico), dos anos de 2013 e 2014, período sob comando do ex-prefeito da cidade Saulo Benevides (PMDB), e aguarda resposta para o dia 30, no próximo encontro da Aprecesp (Associação das Prefeituras das Cidades Estância do Estado de São Paulo), que vai ser realizado em Itu, no Interior. São R$ 7,4 milhões congelados.

O assunto foi tema de reunião entre o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Ribeirão Pires, Marcelo Menato, e o secretário do Estado de Turismo, Laércio Benko. Menato explicou que os valores negociados são referentes às obras do teleférico – carro-chefe da gestão do peemedebista, que não saiu do papel e gestão de Adler Kiko Teixeira (PSB) descartou.

Do ano de 2013, primeiro do governo Saulo, a negociação é sobre R$ 2,8 milhões, que, segundo Menato, não foram utilizados na totalidade pelo antigo prefeito. Além deste valor, existem outros R$ 900 mil, que chegaram a ser usados, para o projeto do teleférico, que não avançou. Mas justamente por ter sido parte do projeto Menato acredita que dificilmente esse valor será resgatado.

Da verba de 2014, a quantia para se tentar recuperar é de R$ 3,7 milhões, aproximadamente. “(O que se conseguiu em 2014) Pagou o bondinho (que seria utilizado para o teleférico), de R$ 400 mil. Estamos negociando para abater da verba do Dade (de 2014), para fazer a fase dois do bulevar gastronômico da cidade”, explicou Menato.

A resposta será dada pelo COC (Conselho de Orientação e Controle do Fundo de Melhoria das Estâncias), de acordo com o secretário.

A Prefeitura de Ribeirão conseguiu garantir a verba deste ano do Dade, de cerca de R$ 2,8 milhões. O valor será utilizado para financiar a fase inicial do bulevar gastronômico. 



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Ribeirão espera verba do Dade até dia 30

Administração de Kiko solicitou R$ 7,4 milhões de recurso perdido ainda da gestão Saulo

Felipe Siqueira
Especial para o Diário

06/06/2017 | 07:00


A Prefeitura de Ribeirão Pires já formalizou pedido junto ao governo do Estado de São Paulo para resgatar quantia não utilizada do Dadetur (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento Turístico), dos anos de 2013 e 2014, período sob comando do ex-prefeito da cidade Saulo Benevides (PMDB), e aguarda resposta para o dia 30, no próximo encontro da Aprecesp (Associação das Prefeituras das Cidades Estância do Estado de São Paulo), que vai ser realizado em Itu, no Interior. São R$ 7,4 milhões congelados.

O assunto foi tema de reunião entre o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Ribeirão Pires, Marcelo Menato, e o secretário do Estado de Turismo, Laércio Benko. Menato explicou que os valores negociados são referentes às obras do teleférico – carro-chefe da gestão do peemedebista, que não saiu do papel e gestão de Adler Kiko Teixeira (PSB) descartou.

Do ano de 2013, primeiro do governo Saulo, a negociação é sobre R$ 2,8 milhões, que, segundo Menato, não foram utilizados na totalidade pelo antigo prefeito. Além deste valor, existem outros R$ 900 mil, que chegaram a ser usados, para o projeto do teleférico, que não avançou. Mas justamente por ter sido parte do projeto Menato acredita que dificilmente esse valor será resgatado.

Da verba de 2014, a quantia para se tentar recuperar é de R$ 3,7 milhões, aproximadamente. “(O que se conseguiu em 2014) Pagou o bondinho (que seria utilizado para o teleférico), de R$ 400 mil. Estamos negociando para abater da verba do Dade (de 2014), para fazer a fase dois do bulevar gastronômico da cidade”, explicou Menato.

A resposta será dada pelo COC (Conselho de Orientação e Controle do Fundo de Melhoria das Estâncias), de acordo com o secretário.

A Prefeitura de Ribeirão conseguiu garantir a verba deste ano do Dade, de cerca de R$ 2,8 milhões. O valor será utilizado para financiar a fase inicial do bulevar gastronômico. 

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