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Braskem fortalece fornecedores da região

Arquivo/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Petroquímica é atendida por 30 empresas locais,
que se beneficiam com a parceria


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

16/11/2013 | 07:09


Maior fabricante de resinas termoplásticas (matérias-primas para a produção de peças e embalagens de plástico) das Américas, a Braskem conta com rede de 30 fornecedores da região que atendem suas três unidades fabris no Polo Petroquímico do Grande ABC. Os benefícios são mútuos, pois, além de propiciar para a companhia, em muitos casos, agilidade no atendimento, pela proximidade há impactos positivos também em custos por questões logísticas. Por sua vez, as micro, pequenas e médias companhias fornecedoras, de áreas diversas – como automação industrial, elétrica, construção civil e outras – têm se beneficiado da relação comercial com indústria que é referência em seu setor e que registrou, nos primeiros nove meses deste ano, R$ 29,5 bilhões de receita líquida. Além de ampliar vendas, essas empresas têm conseguido captar também grandes clientes em outros mercados. Isso, entre outros fatores, como resultado das exigências da companhia, em termos de qualidade, que levam os pequenos a se desenvolver e aprimorar constantemente processos e produtos.

É o caso da Chiarelli & Wetzel, construtora de Santo André que logo depois de ter sido criada, em 2000, conseguiu contrato com a antiga Petroquímica União, hoje unidade fabril da Braskem. “Entramos com quatro funcionários e, atualmente, temos 58 atuando lá dentro, em construção, manutenção e reforma”, cita um dos sócios, Júlio Fernandes. E o que poderia ser um obstáculo para a continuidade da parceria, é visto pelo executivo como uma vantagem: avaliações periódicas feitas pela cliente, que estimularam o seu crescimento e aprimoramento. A empresa tem certificação em SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente) e procura se capacitar constantemente para atender melhor a companhia. O executivo cita sua própria formação profissional. “Sou economista, cursei Engenharia Civil e, por incentivo da Braskem, fiz pós em Gestão de Projetos”, relata.

A Chiarelli & Wetzel é de médio porte, vem crescendo 10% em faturamento (que o executivo não revela qual é) ao ano e, além de atuar em obras da Braskem na região e também em Cubatão, hoje atende grandes indústrias de outros segmentos, entre elas a fabricante de motores MWM.

Outra parceira é a Franak, também de Santo André, que há cinco anos presta serviços de instrumentação e automação industrial para a petroquímica. “Tivemos a oportunidade de mostrar nosso trabalho. Em 2011, só com a Braskem, faturamos R$ 12 milhões”, diz diretor da fornecedora Irio Shaiguejo Nakaza. Ele cita que foi preciso contratar mais funcionários – tinha média de 40 empregados e atualmente conta com 95 – e treiná-los para atender às exigências, principalmente as relacionadas à segurança, e também modernizar equipamentos e veículos.

Os resultados apareceram. Tinha receita de R$ 8 milhões em 2010, que atingiram R$ 14 milhões no ano seguinte. Em 2012, o mercado deu uma retraída, mas Nakaza projeta reação em 2013, com crescimento de 10%, para R$ 13 milhões. A Franak atua hoje também com GE, Alstom, Galvão Engenharia e Siemens.
 



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Braskem fortalece fornecedores da região

Petroquímica é atendida por 30 empresas locais,
que se beneficiam com a parceria

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

16/11/2013 | 07:09


Maior fabricante de resinas termoplásticas (matérias-primas para a produção de peças e embalagens de plástico) das Américas, a Braskem conta com rede de 30 fornecedores da região que atendem suas três unidades fabris no Polo Petroquímico do Grande ABC. Os benefícios são mútuos, pois, além de propiciar para a companhia, em muitos casos, agilidade no atendimento, pela proximidade há impactos positivos também em custos por questões logísticas. Por sua vez, as micro, pequenas e médias companhias fornecedoras, de áreas diversas – como automação industrial, elétrica, construção civil e outras – têm se beneficiado da relação comercial com indústria que é referência em seu setor e que registrou, nos primeiros nove meses deste ano, R$ 29,5 bilhões de receita líquida. Além de ampliar vendas, essas empresas têm conseguido captar também grandes clientes em outros mercados. Isso, entre outros fatores, como resultado das exigências da companhia, em termos de qualidade, que levam os pequenos a se desenvolver e aprimorar constantemente processos e produtos.

É o caso da Chiarelli & Wetzel, construtora de Santo André que logo depois de ter sido criada, em 2000, conseguiu contrato com a antiga Petroquímica União, hoje unidade fabril da Braskem. “Entramos com quatro funcionários e, atualmente, temos 58 atuando lá dentro, em construção, manutenção e reforma”, cita um dos sócios, Júlio Fernandes. E o que poderia ser um obstáculo para a continuidade da parceria, é visto pelo executivo como uma vantagem: avaliações periódicas feitas pela cliente, que estimularam o seu crescimento e aprimoramento. A empresa tem certificação em SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente) e procura se capacitar constantemente para atender melhor a companhia. O executivo cita sua própria formação profissional. “Sou economista, cursei Engenharia Civil e, por incentivo da Braskem, fiz pós em Gestão de Projetos”, relata.

A Chiarelli & Wetzel é de médio porte, vem crescendo 10% em faturamento (que o executivo não revela qual é) ao ano e, além de atuar em obras da Braskem na região e também em Cubatão, hoje atende grandes indústrias de outros segmentos, entre elas a fabricante de motores MWM.

Outra parceira é a Franak, também de Santo André, que há cinco anos presta serviços de instrumentação e automação industrial para a petroquímica. “Tivemos a oportunidade de mostrar nosso trabalho. Em 2011, só com a Braskem, faturamos R$ 12 milhões”, diz diretor da fornecedora Irio Shaiguejo Nakaza. Ele cita que foi preciso contratar mais funcionários – tinha média de 40 empregados e atualmente conta com 95 – e treiná-los para atender às exigências, principalmente as relacionadas à segurança, e também modernizar equipamentos e veículos.

Os resultados apareceram. Tinha receita de R$ 8 milhões em 2010, que atingiram R$ 14 milhões no ano seguinte. Em 2012, o mercado deu uma retraída, mas Nakaza projeta reação em 2013, com crescimento de 10%, para R$ 13 milhões. A Franak atua hoje também com GE, Alstom, Galvão Engenharia e Siemens.
 

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