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Padrão Sesi não será de uma hora para outra, diz Skaf

À Rede Globo, candidato do MDB admite que promessa vai demorar ao menos dez anos


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

15/09/2018 | 07:00


Candidato ao governo do Estado pela terceira vez, Paulo Skaf (MDB), presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), readaptou sua promessa de igualar as escolas estaduais ao padrão dos colégios da rede Sesi e Senai.

Em entrevista à Rede Globo, ontem, o emedebista afirmou que essa mudança “não será de uma hora para outra” e admitiu que a proposta, vitrine de campanha desde a eleição de 2010, não poderá ser integralmente cumprida em um mandato. “Da mesma forma que eu fiz no Sesi, eu farei no Estado de forma gradual. Esse é um plano de Estado, não de governo. Então, você não faz uma transformação em um ano. É um programa para dez anos”, estimou. “Eu falo que tudo vai virar padrão Sesi e Senai e vai virar mesmo se eu for eleito, mas não de uma hora para outra. Eu sempre repito que é de uma forma gradual”, emendou.

Skaf disputou o Palácio dos Bandeirantes pela primeira vez em 2010, então no PSB – ficou em quarto lugar. Quatro anos depois, já no MDB (então PMDB), voltou a concorrer ao cargo, mas ficou em segundo. Essa última eleição, porém, rendeu denúncias contra o empresário. Skaf negou constrangimento com a delação do doleiro Lúcio Funaro, no âmbito da Operação Lava Jato, que afirmou ter entregue R$ 500 mil em dinheiro vivo à campanha do emedebista em 2014, a pedido do hoje presidente Michel Temer (MDB), então vice-presidente.

“Isso não é verdade, não é verdadeiro. Em 2014, teve quase 500 doadores e todos eles foram pedidos por nós. Eu nunca pedi e nunca houve interferência do presidente Temer, em momento nenhum, a pedir um tostão para a nossa campanha”, declarou.

O candidato também negou que, na campanha deste ano, esconda o presidente da República, que amarga índice histórico de rejeição popular. “O presidente foi convidado e ele, por opção dele, não esteve na convenção. Ele até tinha uma viagem para o Exterior naquele dia e talvez por ele não ter estado lá pessoalmente as pessoas estavam focadas na eleição do Estado de São Paulo, que não tem muito a ver com o âmbito nacional. Uma coisa é certa, cada um tem a sua história. Ele tem a história dele, eu tenho minha.” 



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Padrão Sesi não será de uma hora para outra, diz Skaf

À Rede Globo, candidato do MDB admite que promessa vai demorar ao menos dez anos

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

15/09/2018 | 07:00


Candidato ao governo do Estado pela terceira vez, Paulo Skaf (MDB), presidente licenciado da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), readaptou sua promessa de igualar as escolas estaduais ao padrão dos colégios da rede Sesi e Senai.

Em entrevista à Rede Globo, ontem, o emedebista afirmou que essa mudança “não será de uma hora para outra” e admitiu que a proposta, vitrine de campanha desde a eleição de 2010, não poderá ser integralmente cumprida em um mandato. “Da mesma forma que eu fiz no Sesi, eu farei no Estado de forma gradual. Esse é um plano de Estado, não de governo. Então, você não faz uma transformação em um ano. É um programa para dez anos”, estimou. “Eu falo que tudo vai virar padrão Sesi e Senai e vai virar mesmo se eu for eleito, mas não de uma hora para outra. Eu sempre repito que é de uma forma gradual”, emendou.

Skaf disputou o Palácio dos Bandeirantes pela primeira vez em 2010, então no PSB – ficou em quarto lugar. Quatro anos depois, já no MDB (então PMDB), voltou a concorrer ao cargo, mas ficou em segundo. Essa última eleição, porém, rendeu denúncias contra o empresário. Skaf negou constrangimento com a delação do doleiro Lúcio Funaro, no âmbito da Operação Lava Jato, que afirmou ter entregue R$ 500 mil em dinheiro vivo à campanha do emedebista em 2014, a pedido do hoje presidente Michel Temer (MDB), então vice-presidente.

“Isso não é verdade, não é verdadeiro. Em 2014, teve quase 500 doadores e todos eles foram pedidos por nós. Eu nunca pedi e nunca houve interferência do presidente Temer, em momento nenhum, a pedir um tostão para a nossa campanha”, declarou.

O candidato também negou que, na campanha deste ano, esconda o presidente da República, que amarga índice histórico de rejeição popular. “O presidente foi convidado e ele, por opção dele, não esteve na convenção. Ele até tinha uma viagem para o Exterior naquele dia e talvez por ele não ter estado lá pessoalmente as pessoas estavam focadas na eleição do Estado de São Paulo, que não tem muito a ver com o âmbito nacional. Uma coisa é certa, cada um tem a sua história. Ele tem a história dele, eu tenho minha.” 

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