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Empresa da região se internacionaliza


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

13/07/2008 | 07:17


Umas das principais empresas nacionais na produção e locação de módulos metálicos para alojamentos de canteiros de obras, a Eurobras, de Santo André, está intensificando seu processo de internacionalização.

A companhia, cujas exportações representam atualmente 15% de seu faturamento, acaba de montar uma unidade própria para aluguel de equipamentos no México, e já estuda criar filiais também no Oriente Médio (em Dubai) e na América Central (no Panamá).

A empresa, que é de médio porte (faturou R$ 35 milhões no ano passado), vem em forte ritmo de crescimento, em função do atendimento a projetos de expansão da Petrobras e de empresas petroquímicas e também em obras de infra-estrutura - tem como clientes companhias como Odebrecht.

Cresceu 20% em faturamento em 2007 frente ao ano anterior, e calcula que deverá repetir esse percentual de alta neste ano.

A fábrica na região produz 500 unidades mensalmente, que têm no mercado de locação o principal foco de atuação (60% do faturamento vêm do aluguel dos equipamentos).

Com quadro atual de 300 funcionários, a Eurobras tem pátios próprios para locação espalhados pelo País (na Baixada Santista, Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina), além de ter uma parceria com distribuidores em outros Estados.

No Exterior já exporta para diversos países, entre os quais Angola, Uruguai, México e Argentina. As vendas externas são feitas diretamente ou por meio de tradings.

Cenário - A internacionalização atrai o interesse da empresa mesmo com o impacto negativo da questão cambial - a queda do dólar frente ao real - e a alta das matérias-primas.

"Foi uma decisão do grupo, que tem em vista o mercado no longo prazo e a intenção de fidelizar os clientes lá fora", afirmou a gerente de marketing e exportação, Thelma Moraes.

A gerente acrescenta que a alta da matéria-prima (o aço já subiu 40% nos últimos dois meses) pressiona os custos e uma das saídas tem sido a aquisição do insumo no Exterior, embora o mercado internacional também tenha reagido com elevações de preços.

"Buscamos a solução da importação e utilizamos o drawback (mecanismo legal que permite a isenção do impostos ao se importar itens que entrarão na produção de bens a serem exportados) para reduzir custos", afirmou.



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