Fechar
Publicidade

Sexta-Feira, 23 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Crise energética agrava incertezas, diz BC


Do Diário OnLine

31/05/2001 | 11:02


As conseqüências do plano de racionamento do consumo de energia elétrica ainda não podem ser avaliadas com a precisão desejável, mas causou o agravamento das incertezas com relação ao restante do ano, segundo análise dos diretores do Banco Central, revelada na ata da última reunião do Copom.

"Está claro, porém, que os impactos sobre a oferta agregada serão severos, dada a magnitude e a duração inicialmente esperadas para a redução do consumo de energia elétrica", afirma o documento.

Os diretores do BC avaliaram que a crise consistirá em um choque de oferta. O choque, em princípio, deve reduzir mais rapidamente a quantidade ofertada de bens e serviços do que a quantidade demandada, o que deve resultar em pressão inflacionária e menor taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Crise energética agrava incertezas, diz BC

Do Diário OnLine

31/05/2001 | 11:02


As conseqüências do plano de racionamento do consumo de energia elétrica ainda não podem ser avaliadas com a precisão desejável, mas causou o agravamento das incertezas com relação ao restante do ano, segundo análise dos diretores do Banco Central, revelada na ata da última reunião do Copom.

"Está claro, porém, que os impactos sobre a oferta agregada serão severos, dada a magnitude e a duração inicialmente esperadas para a redução do consumo de energia elétrica", afirma o documento.

Os diretores do BC avaliaram que a crise consistirá em um choque de oferta. O choque, em princípio, deve reduzir mais rapidamente a quantidade ofertada de bens e serviços do que a quantidade demandada, o que deve resultar em pressão inflacionária e menor taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;