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Santo André aguarda liberação
da Federação e da Prefeitura

Expectativa é que vetos sejam retirados após liberação
do estádio pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva


Dérek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

08/03/2012 | 07:00


Mais um dia se passou e nada de sair a desinterdição do Estádio Bruno Daniel. O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), através da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), enviou ontem fax ao Santo André e à FPF (Federação Paulista de Futebol) no qual aceita a liberação da praça esportiva. E a expectativa do Ramalhão é que a FPF e a Prefeitura façam sua parte hoje e retirem os vetos.

Como consta no ofício, a liberação seria oficialmente aceita quando o clube comprovasse o pagamento da multa de R$ 8.000 aplicada em razão da briga entre torcedores e jogadores após o empate contra o Joinville, em agosto. Em resposta, o Santo André enviou os comprovantes das parcelas já quitadas até agora (dividiu o pagamento em dez vezes de R$ 800).

"Às 16h03 chegou fax da CBF liberando o estádio. Encaminhamos ao departamento jurídico da Prefeitura, ao doutor (Niljanil) Brasil, à Secretaria de Esportes e ao senhor (Carlos Roberto) Panini, dos quais esperamos a liberação conforme firmado na audiência pública segunda-feira", afirmou o diretor de futebol do Santo André, Sérgio do Prado, relembrando o compromisso assumido pelo secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo em liberar a praça esportiva assim que tivesse os documentos da CBF em mãos.

Às 17h50 de ontem, no entanto, a Prefeitura enviou e-mail com resposta ao Diário justificando que ainda não recebera notificação ou laudo oficial para cumprir sua parte no acordo. "Esperamos que a Prefeitura faça sua parte agora e que já no dia de amanhã (hoje) esteja tudo liberado", comentou Sérgio do Prado.

O dirigente lamentou mais uma vez a demora na resolução do caso, citou a tardia construção do muro - que poderia ter adiantado todo o processo - e bateu novamente na tecla de que ter de atuar no 1º de Maio ou no Anacleto Campanella tem interferido no desempenho ramalhino na Série A-2 do Paulista.

"Treinar em campo e jogar em outro maior prejudica. Em um campeonato de 19 rodadas, estrear em casa na 16ª... mas vamos lá, nunca é tarde", disse Sérgio do Prado, que teve discurso endossado pelo técnico Ruy Scarpino. "Seria interessante ter nosso estádio. Facilita bastante para a gente e o adversário sente", emendou.



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Santo André aguarda liberação
da Federação e da Prefeitura

Expectativa é que vetos sejam retirados após liberação
do estádio pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva

Dérek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

08/03/2012 | 07:00


Mais um dia se passou e nada de sair a desinterdição do Estádio Bruno Daniel. O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), através da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), enviou ontem fax ao Santo André e à FPF (Federação Paulista de Futebol) no qual aceita a liberação da praça esportiva. E a expectativa do Ramalhão é que a FPF e a Prefeitura façam sua parte hoje e retirem os vetos.

Como consta no ofício, a liberação seria oficialmente aceita quando o clube comprovasse o pagamento da multa de R$ 8.000 aplicada em razão da briga entre torcedores e jogadores após o empate contra o Joinville, em agosto. Em resposta, o Santo André enviou os comprovantes das parcelas já quitadas até agora (dividiu o pagamento em dez vezes de R$ 800).

"Às 16h03 chegou fax da CBF liberando o estádio. Encaminhamos ao departamento jurídico da Prefeitura, ao doutor (Niljanil) Brasil, à Secretaria de Esportes e ao senhor (Carlos Roberto) Panini, dos quais esperamos a liberação conforme firmado na audiência pública segunda-feira", afirmou o diretor de futebol do Santo André, Sérgio do Prado, relembrando o compromisso assumido pelo secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo em liberar a praça esportiva assim que tivesse os documentos da CBF em mãos.

Às 17h50 de ontem, no entanto, a Prefeitura enviou e-mail com resposta ao Diário justificando que ainda não recebera notificação ou laudo oficial para cumprir sua parte no acordo. "Esperamos que a Prefeitura faça sua parte agora e que já no dia de amanhã (hoje) esteja tudo liberado", comentou Sérgio do Prado.

O dirigente lamentou mais uma vez a demora na resolução do caso, citou a tardia construção do muro - que poderia ter adiantado todo o processo - e bateu novamente na tecla de que ter de atuar no 1º de Maio ou no Anacleto Campanella tem interferido no desempenho ramalhino na Série A-2 do Paulista.

"Treinar em campo e jogar em outro maior prejudica. Em um campeonato de 19 rodadas, estrear em casa na 16ª... mas vamos lá, nunca é tarde", disse Sérgio do Prado, que teve discurso endossado pelo técnico Ruy Scarpino. "Seria interessante ter nosso estádio. Facilita bastante para a gente e o adversário sente", emendou.

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