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Grupo 9 apresenta nova proposta a metalúrgico


Eric Fujita
Do Diário do Grande ABC

01/10/2005 | 07:44


Na tentativa de acabar com o impasse nas negociações da campanha salarial, o Grupo 9 da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) - máquinas, eletroeletrônicos e metalurgia tradicional - apresenta na quarta-feira uma nova proposta aos metalúrgicos do setor ligados à FEM (Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT). Será oferecido um reajuste de 7,25% - 4,78% de reposição e 2,47% de aumento real. As conversações abrangem São Bernardo e Diadema.

A proposta é superior à anterior, de 6,75% de recomposição (4,66% de inflação e 2,09% de aumento real). Mesmo com a ampliação dos porcentuais, fica abaixo da reivindicação da categoria, de reposição de 3% acima da inflação.

Por conta desse impasse, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (ligado à CUT) mudou de estratégia e passou a negociar a campanha salarial diretamente com as empresas, após uma série de paralisações nas fábricas. Sexta-feira, o número de fábricas que fecharam acordo subiu de 19 para 24. Esse total engloba 6.252 dos 23,5 mil trabalhadores do segmento nas duas cidades.

O coordenador das negociações no Grupo 9 da Fiesp, Valdemar Cardoso de Andrade, afirmou que os índices serão os mesmos apresentados para os metalúrgicos de outras regiões não vinculados à CUT. "Esse é o patamar que conseguimos ampliar para a categoria."

O presidente da FEM, Adi dos Santos Lima, considerou o aumento real de 2,47% abaixo da expectativa do segmento. Para ele, o percentual deveria ser igual ao que outros setores estão concedendo, em média de 3%.

No entanto, o líder metalúrgico preferiu manter uma postura mais serena, ao alegar que vai aguardar a apresentação oficial da proposta na mesa de negociação. "Vamos avaliar os índices a partir da reunião marcada com a Fiesp."

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Bancários se preparam para a greve geral no dia 6\r\n

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Frederico Rebello Nehme<Br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Os bancários da CUT deverão referendar neste sábado, no encontro nacional da categoria, em São Paulo, a decretação de greve geral a partir do próximo dia 6. Os sindicalistas também vão definir detalhes da paralisação, programada para todo o país, inclusive para o Grande ABC.

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O indicativo de greve já tinha sido aprovado em assembléias em todo o país no último dia 27, véspera da paralisação de 24 horas, no dia 28, que afetou diversas regiões - no Grande ABC, a parada afetou 80% das 300 agências bancárias da região.

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"O congresso servirá para ratificar a realização da greve da próxima quinta-feira, discutir estratégias dessa paralisação e realizar uma avaliação do processo de negociação com os bancos", afirmou Vagner de Castro, presidente do Sindicato dos Bancários do ABC (filiado à CUT).

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Os bancários pedem um reajuste de 11,77% (5,69% de inflação mais 5,77% de aumento real) e aumento do valor pago na PLR (Participação nos Lucros e Resultados) - que passaria de 80% de um salário mais R$ 733 para 100% de um salário mais R$ 788, acrescido do valor distribuído de 5% do lucro líquido dos bancos.",1]);//-->

Paralisação - Cerca de 200 funcionários da fábrica de máquinas Zema Zselics, de São Bernardo, paralisaram sexta-feira a produção por mais de duas horas, na retomada da onda de paradas devido ao impasse nas negociações. Os empregados só retornaram as atividades depois que a empresa se comprometeu a avaliar a possibilidade de atender as reivindicações. "O movimento deve continuar na segunda-feira, mesmo com a expectativa de uma nova reunião com o Grupo 9", alertou o diretor do sindicato, José Paulo da Silva Nogueira.



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Grupo 9 apresenta nova proposta a metalúrgico

Eric Fujita
Do Diário do Grande ABC

01/10/2005 | 07:44


Na tentativa de acabar com o impasse nas negociações da campanha salarial, o Grupo 9 da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) - máquinas, eletroeletrônicos e metalurgia tradicional - apresenta na quarta-feira uma nova proposta aos metalúrgicos do setor ligados à FEM (Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT). Será oferecido um reajuste de 7,25% - 4,78% de reposição e 2,47% de aumento real. As conversações abrangem São Bernardo e Diadema.

A proposta é superior à anterior, de 6,75% de recomposição (4,66% de inflação e 2,09% de aumento real). Mesmo com a ampliação dos porcentuais, fica abaixo da reivindicação da categoria, de reposição de 3% acima da inflação.

Por conta desse impasse, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (ligado à CUT) mudou de estratégia e passou a negociar a campanha salarial diretamente com as empresas, após uma série de paralisações nas fábricas. Sexta-feira, o número de fábricas que fecharam acordo subiu de 19 para 24. Esse total engloba 6.252 dos 23,5 mil trabalhadores do segmento nas duas cidades.

O coordenador das negociações no Grupo 9 da Fiesp, Valdemar Cardoso de Andrade, afirmou que os índices serão os mesmos apresentados para os metalúrgicos de outras regiões não vinculados à CUT. "Esse é o patamar que conseguimos ampliar para a categoria."

O presidente da FEM, Adi dos Santos Lima, considerou o aumento real de 2,47% abaixo da expectativa do segmento. Para ele, o percentual deveria ser igual ao que outros setores estão concedendo, em média de 3%.

No entanto, o líder metalúrgico preferiu manter uma postura mais serena, ao alegar que vai aguardar a apresentação oficial da proposta na mesa de negociação. "Vamos avaliar os índices a partir da reunião marcada com a Fiesp."

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Bancários se preparam para a greve geral no dia 6\r\n

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Frederico Rebello Nehme<Br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Os bancários da CUT deverão referendar neste sábado, no encontro nacional da categoria, em São Paulo, a decretação de greve geral a partir do próximo dia 6. Os sindicalistas também vão definir detalhes da paralisação, programada para todo o país, inclusive para o Grande ABC.

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O indicativo de greve já tinha sido aprovado em assembléias em todo o país no último dia 27, véspera da paralisação de 24 horas, no dia 28, que afetou diversas regiões - no Grande ABC, a parada afetou 80% das 300 agências bancárias da região.

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"O congresso servirá para ratificar a realização da greve da próxima quinta-feira, discutir estratégias dessa paralisação e realizar uma avaliação do processo de negociação com os bancos", afirmou Vagner de Castro, presidente do Sindicato dos Bancários do ABC (filiado à CUT).

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Os bancários pedem um reajuste de 11,77% (5,69% de inflação mais 5,77% de aumento real) e aumento do valor pago na PLR (Participação nos Lucros e Resultados) - que passaria de 80% de um salário mais R$ 733 para 100% de um salário mais R$ 788, acrescido do valor distribuído de 5% do lucro líquido dos bancos.",1]);//-->

Paralisação - Cerca de 200 funcionários da fábrica de máquinas Zema Zselics, de São Bernardo, paralisaram sexta-feira a produção por mais de duas horas, na retomada da onda de paradas devido ao impasse nas negociações. Os empregados só retornaram as atividades depois que a empresa se comprometeu a avaliar a possibilidade de atender as reivindicações. "O movimento deve continuar na segunda-feira, mesmo com a expectativa de uma nova reunião com o Grupo 9", alertou o diretor do sindicato, José Paulo da Silva Nogueira.

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