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Brasil avalia marcar reunião no G-20 sobre a Venezuela

Alan Santos/PR Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


25/06/2019 | 09:08


O governo brasileiro avalia realizar uma reunião paralela ao G-20 para discutir a crise na Venezuela. O encontro está em negociação e ainda não entrou na agenda de Jair Bolsonaro, mas é visto por parte da equipe do presidente como um dos possíveis destaques de sua agenda no Japão, local da cúpula nesta semana.

A ideia é que o Brasil patrocine a reunião ao lado do Canadá, segundo uma fonte a par das negociações. Se confirmado, o encontro seria conduzido pelo próprio Bolsonaro e por Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, mas teria a participação de outros países.

Outros encontros já estão previstos na agenda de Bolsonaro. Ele fará reuniões bilaterais com ao menos cinco chefes de Estado. Entre eles, Xi Jinping, presidente da China, e Narendra Modi, primeiro-ministro indiano. Segundo um auxiliar, Bolsonaro pretende incluir ainda na agenda uma reunião com Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul. Até o momento, porém, não foi feito um pedido de encontro por parte de Vladimir Putin, da Rússia.

Nos três dias de Bolsonaro no Japão, além das atividades do G-20, ele terá encontros bilaterais com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien-Loong, e com Mohamed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, um grande aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, que é acusado pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, no ano passado.

Segundo informações da imprensa americana, a CIA chegou a apontar Bin Salman como mandante do crime, que ocorreu no Consulado da Arábia Saudita em Istambul. Uma investigação da ONU também culpou o príncipe pelo assassinato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Brasil avalia marcar reunião no G-20 sobre a Venezuela


25/06/2019 | 09:08


O governo brasileiro avalia realizar uma reunião paralela ao G-20 para discutir a crise na Venezuela. O encontro está em negociação e ainda não entrou na agenda de Jair Bolsonaro, mas é visto por parte da equipe do presidente como um dos possíveis destaques de sua agenda no Japão, local da cúpula nesta semana.

A ideia é que o Brasil patrocine a reunião ao lado do Canadá, segundo uma fonte a par das negociações. Se confirmado, o encontro seria conduzido pelo próprio Bolsonaro e por Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, mas teria a participação de outros países.

Outros encontros já estão previstos na agenda de Bolsonaro. Ele fará reuniões bilaterais com ao menos cinco chefes de Estado. Entre eles, Xi Jinping, presidente da China, e Narendra Modi, primeiro-ministro indiano. Segundo um auxiliar, Bolsonaro pretende incluir ainda na agenda uma reunião com Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul. Até o momento, porém, não foi feito um pedido de encontro por parte de Vladimir Putin, da Rússia.

Nos três dias de Bolsonaro no Japão, além das atividades do G-20, ele terá encontros bilaterais com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien-Loong, e com Mohamed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, um grande aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, que é acusado pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, no ano passado.

Segundo informações da imprensa americana, a CIA chegou a apontar Bin Salman como mandante do crime, que ocorreu no Consulado da Arábia Saudita em Istambul. Uma investigação da ONU também culpou o príncipe pelo assassinato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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