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Indústria de alimentos do ABC registra crescimento


Fabiana Marinello
Da Redaçao

31/05/2000 | 00:02


O crescimento da produçao na indústria de alimentos no Grande ABC nos primeiros quatro meses do ano em comparaçao com igual período de 1999 seguiu a tendência de elevaçao no país. No Moinho Sao Jorge, de Santo André, a alta na produçao no quadrimestre foi na ordem de 36%. No país, segundo dados da Associaçao Brasileira das Indústrias de Alimentos (Abia), a elevaçao foi de 11,3%.

Segundo o diretor comercial do moinho, Oswaldo Krolop, além dos investimentos realizados na empresa, o bom desempenho do setor neste início de ano deve-se ao fato de o mercado estar se recuperando. "Nós acreditamos que as pessoas voltaram a comprar. E como nós revendemos nossos produtos para fabricantes de alimentos, nós sentimos que esse crescimento foi de maneira geral, em todos os setores da indústria alimentícia", disse.

Outro dado positivo destacado por Krolop foi a expectativa para o ano 2000. "A previsao é que o consumo de trigo este ano no Brasil suba para 9,5 milhoes de toneladas. No ano passado o consumo foi de 8,5 milhoes", disse.

Otimista - O cenário otimista do setor obrigou a Abia a refazer para cima os cálculos previstos para 2000. A princípio, a projeçao era crescer entre 3,5% e 4,5%.

Para o diretor industrial e comercial da Juliana Panificaçao, de Santo André, Luiz Carlos Nicolette, o crescimento da produçao na indústria de alimentos foi impulsionado pela queda dos preços no início do ano. "Os grandes fabricantes sentiram a reduçao do poder aquisitivo de parte dos consumidores e tiveram de vender mais barato. Nós adotamos a mesma estratégia", disse.

Segundo ele, a empresa teve um crescimento de 5% na produçao em relaçao aos quatro meses do ano passado. "Nós temos uma expectativa muito positiva para o ano 2000. Nao há dúvida de que o mercado está se recuperando."

Outra empresa que está otimista é o Frigorífico Cardeal, que teve um aumento em torno de 30% em relaçao ao ano passado. "No caso do Cardeal, 1999 foi atípico. Principalmente por causa da desvalorizaçao do real, as vendas caíram muito. Neste ano nós estamos nos recuperando", disse o diretor industrial, Paulo Matavelli. O executivo está mais confiante. "Nós esperamos que neste ano a produçao supere a de 1998", disse.

De acordo com os dados da Abia, o bom desempenho da indústria é superado a cada mês. Em janeiro, houve um acréscimo na produçao de 8,1% sobre o mesmo período do ano anterior, em fevereiro o setor atingiu um recorde, com taxa de 32% e, em março, a elevaçao foi de 11,3%. Em abril, o crescimento foi de 2%, quando comparado a igual mês de 1999.



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Indústria de alimentos do ABC registra crescimento

Fabiana Marinello
Da Redaçao

31/05/2000 | 00:02


O crescimento da produçao na indústria de alimentos no Grande ABC nos primeiros quatro meses do ano em comparaçao com igual período de 1999 seguiu a tendência de elevaçao no país. No Moinho Sao Jorge, de Santo André, a alta na produçao no quadrimestre foi na ordem de 36%. No país, segundo dados da Associaçao Brasileira das Indústrias de Alimentos (Abia), a elevaçao foi de 11,3%.

Segundo o diretor comercial do moinho, Oswaldo Krolop, além dos investimentos realizados na empresa, o bom desempenho do setor neste início de ano deve-se ao fato de o mercado estar se recuperando. "Nós acreditamos que as pessoas voltaram a comprar. E como nós revendemos nossos produtos para fabricantes de alimentos, nós sentimos que esse crescimento foi de maneira geral, em todos os setores da indústria alimentícia", disse.

Outro dado positivo destacado por Krolop foi a expectativa para o ano 2000. "A previsao é que o consumo de trigo este ano no Brasil suba para 9,5 milhoes de toneladas. No ano passado o consumo foi de 8,5 milhoes", disse.

Otimista - O cenário otimista do setor obrigou a Abia a refazer para cima os cálculos previstos para 2000. A princípio, a projeçao era crescer entre 3,5% e 4,5%.

Para o diretor industrial e comercial da Juliana Panificaçao, de Santo André, Luiz Carlos Nicolette, o crescimento da produçao na indústria de alimentos foi impulsionado pela queda dos preços no início do ano. "Os grandes fabricantes sentiram a reduçao do poder aquisitivo de parte dos consumidores e tiveram de vender mais barato. Nós adotamos a mesma estratégia", disse.

Segundo ele, a empresa teve um crescimento de 5% na produçao em relaçao aos quatro meses do ano passado. "Nós temos uma expectativa muito positiva para o ano 2000. Nao há dúvida de que o mercado está se recuperando."

Outra empresa que está otimista é o Frigorífico Cardeal, que teve um aumento em torno de 30% em relaçao ao ano passado. "No caso do Cardeal, 1999 foi atípico. Principalmente por causa da desvalorizaçao do real, as vendas caíram muito. Neste ano nós estamos nos recuperando", disse o diretor industrial, Paulo Matavelli. O executivo está mais confiante. "Nós esperamos que neste ano a produçao supere a de 1998", disse.

De acordo com os dados da Abia, o bom desempenho da indústria é superado a cada mês. Em janeiro, houve um acréscimo na produçao de 8,1% sobre o mesmo período do ano anterior, em fevereiro o setor atingiu um recorde, com taxa de 32% e, em março, a elevaçao foi de 11,3%. Em abril, o crescimento foi de 2%, quando comparado a igual mês de 1999.

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