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Chefao da Ferrari critica Barrichello


Flavio Gomes
Especial para o Diário

31/05/2000 | 00:31


  Em declaraçoes à imprensa inglesa, o diretor-esportivo da Ferrari, Jean Todt, fez nesta terça suas primeiras críticas a Rubens Barrichello. O dirigente ficou particularmente irritado com as queixas do brasileiro depois do GP da Europa. Quarto colocado, o piloto reclamou da estratégia de três pit stops que o time escolheu para ele e também de ter sido chamado para sua primeira parada quando já tinha passado da entrada dos boxes. Chovia naquele momento da corrida e Rubens perdeu muito tempo até colocar pneus para pista molhada.

Barrichello já havia criticado a equipe por causa das duas quebras que teve neste ano, em Interlagos e Silverstone, e também em Imola, depois de uma outra quarta colocaçao. Na ocasiao, disse que até sua avó faria o mesmo com a Ferrari, e que "o outro carro (de Schumacher) ganha corrida e o meu nao".

"Nao aceito certas acusaçoes", falou Todt. "É óbvio que Barrichello chegou a uma nova equipe, uma equipe que tem um nível totalmente diferente daquelas que ele defendeu no passado. A Ferrari tem um enorme potencial e ele precisa se adaptar ao time, porque demora mais o time se adaptar a ele", atacou. Todt disse que o ano tem sido ótimo para a escuderia de Maranello, que lidera os Mundiais de Pilotos e Construtores. Michael Schumacher, primeiro piloto do time, tem 46 pontos e quatro vitórias. Somados aos 16 de Barrichello, a Ferrari já tem 62, contra 52 da McLaren, sua maior rival.

Schumacher participou nesta terça de mais um jogo amistoso de futebol, promovido pelo príncipe Albert, de Mônaco, cuja arrecadaçao será doada para programas de assistência a crianças carentes. Até o ator Hugh Grant jogou.

Schumacher, que já venceu quatro vezes em Mônaco, disse que nao tem como objetivo bater o recorde de Senna no Principado, de seis vitórias. "Ayrton foi um grande, um excepcional piloto, e isso ninguém pode discutir. Mas nao vivo para bater seus recordes. Meu objetivo é fazer a Ferrari vencer."

Os treinos para o GP de Mônaco começam na quinta. A sexta-feira é, tradicionalmente, de folga em Monte Carlo. Nesse dia, Schumacher deverá treinar largadas em Fiorano, como no ano passado. O grid será definido no sábado e a prova, domingo, terá 78 voltas com largada às 9h (de Brasília).



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Chefao da Ferrari critica Barrichello

Flavio Gomes
Especial para o Diário

31/05/2000 | 00:31


  Em declaraçoes à imprensa inglesa, o diretor-esportivo da Ferrari, Jean Todt, fez nesta terça suas primeiras críticas a Rubens Barrichello. O dirigente ficou particularmente irritado com as queixas do brasileiro depois do GP da Europa. Quarto colocado, o piloto reclamou da estratégia de três pit stops que o time escolheu para ele e também de ter sido chamado para sua primeira parada quando já tinha passado da entrada dos boxes. Chovia naquele momento da corrida e Rubens perdeu muito tempo até colocar pneus para pista molhada.

Barrichello já havia criticado a equipe por causa das duas quebras que teve neste ano, em Interlagos e Silverstone, e também em Imola, depois de uma outra quarta colocaçao. Na ocasiao, disse que até sua avó faria o mesmo com a Ferrari, e que "o outro carro (de Schumacher) ganha corrida e o meu nao".

"Nao aceito certas acusaçoes", falou Todt. "É óbvio que Barrichello chegou a uma nova equipe, uma equipe que tem um nível totalmente diferente daquelas que ele defendeu no passado. A Ferrari tem um enorme potencial e ele precisa se adaptar ao time, porque demora mais o time se adaptar a ele", atacou. Todt disse que o ano tem sido ótimo para a escuderia de Maranello, que lidera os Mundiais de Pilotos e Construtores. Michael Schumacher, primeiro piloto do time, tem 46 pontos e quatro vitórias. Somados aos 16 de Barrichello, a Ferrari já tem 62, contra 52 da McLaren, sua maior rival.

Schumacher participou nesta terça de mais um jogo amistoso de futebol, promovido pelo príncipe Albert, de Mônaco, cuja arrecadaçao será doada para programas de assistência a crianças carentes. Até o ator Hugh Grant jogou.

Schumacher, que já venceu quatro vezes em Mônaco, disse que nao tem como objetivo bater o recorde de Senna no Principado, de seis vitórias. "Ayrton foi um grande, um excepcional piloto, e isso ninguém pode discutir. Mas nao vivo para bater seus recordes. Meu objetivo é fazer a Ferrari vencer."

Os treinos para o GP de Mônaco começam na quinta. A sexta-feira é, tradicionalmente, de folga em Monte Carlo. Nesse dia, Schumacher deverá treinar largadas em Fiorano, como no ano passado. O grid será definido no sábado e a prova, domingo, terá 78 voltas com largada às 9h (de Brasília).

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