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Delegado diz ter certeza que Carla matou Ubiratan


Do Diário OnLine

26/09/2006 | 15:24


O delegado Armando de Oliveira Filho, do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), disse nesta terça-feira ter certeza que a advogada Carla Cepollina foi a autora do assassinato do coronel reformado da PM (Polícia Militar) Ubiratan Guimarães. Ele considerou o caso "100% solucionado".

"Estamos bastante seguros. Nada que venha agora poderá alterar nossa convicção de que Carla foi a autora do crime", disse o delegado em entrevista coletiva.

Segundo Oliveira Filho, a advogada será indiciada na quarta-feira por homicídio duplamente qualificado (por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima).

Carla Cepollina, que era namorada de Ubiratan, foi a última pessoa a ser vista deixando o apartamento do coronel na noite em que ele foi assassinado, em 9 de setembro. Ela nega qualquer envolvimento na morte do coronel.

Ubiratan Guimarães foi morto com um tiro no abdômen dentro do apartamento onde morava, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Ele ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção que resultou na morte de 111 presos. O episídio foi chamado de Massacre do Carandiru.



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Delegado diz ter certeza que Carla matou Ubiratan

Do Diário OnLine

26/09/2006 | 15:24


O delegado Armando de Oliveira Filho, do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), disse nesta terça-feira ter certeza que a advogada Carla Cepollina foi a autora do assassinato do coronel reformado da PM (Polícia Militar) Ubiratan Guimarães. Ele considerou o caso "100% solucionado".

"Estamos bastante seguros. Nada que venha agora poderá alterar nossa convicção de que Carla foi a autora do crime", disse o delegado em entrevista coletiva.

Segundo Oliveira Filho, a advogada será indiciada na quarta-feira por homicídio duplamente qualificado (por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima).

Carla Cepollina, que era namorada de Ubiratan, foi a última pessoa a ser vista deixando o apartamento do coronel na noite em que ele foi assassinado, em 9 de setembro. Ela nega qualquer envolvimento na morte do coronel.

Ubiratan Guimarães foi morto com um tiro no abdômen dentro do apartamento onde morava, nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Ele ficou conhecido por comandar, em 1992, a operação na Casa de Detenção que resultou na morte de 111 presos. O episídio foi chamado de Massacre do Carandiru.

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