Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 3 de Junho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Analista prevê expansão



12/05/2008 | 07:03


A diretora da Standard and Poor's para rating soberano, Lisa Schineller, se diz otimista sobre a América Latina e comenta que o "copo está meio cheio" para esses países.

A analista destaca o avanço da estabilidade macroeconômica na América Latina em relação à década passada e os níveis de ratings soberanos que "estão mais elevados" se comparados ao que estavam no passado.

Os comentários da executiva foram feitos durante lançamento do livro Can Latin America Compete? Confronting the Challenges of Globalization (A América Latina Pode Competir? Confrontando os Desafios da Globalização), no Conselho das Américas, em Nova York.

Schineller, convidada para comentar sobre os paises latinos do Continente Americano, citou que o desafio para a América Latina é incorporar as conquistas já feitas, também em função do ambiente internacional favorável dos últimos sete anos, como base para um avanço sustentado no futuro.

A executiva reconhece que a América Latina precisa mais para competir. No entanto, pondera que estabilidade macroeconômica é um grande diferencial em relação ao passado desse bloco. "Acredito que a melhora dos indicadores macroeconômicos é extremamente importante. Faz enorme diferença o fato de haver estabilidade macro para uma região que antes não tinha", completou.

A analista utiliza a metáfora do copo com água até a metade para ponderar que o "copo está meio cheio" para as nações latinas. Schineller diz que está "otimista" sobre a AL e diz que há razões para tal. A diretora da S&P cita que os países estão posicionados para um ciclo positivo, principalmente, em função dos avanços macroeconômico.

A executiva reconhece a necessidade de aprofundamento das reformas estruturais e pondera que diversas melhorias necessárias, como aumento do nível de poupança na América Latina, devem acontece a partir do momento que se tem o ambiente "macro em ordem".



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Analista prevê expansão


12/05/2008 | 07:03


A diretora da Standard and Poor's para rating soberano, Lisa Schineller, se diz otimista sobre a América Latina e comenta que o "copo está meio cheio" para esses países.

A analista destaca o avanço da estabilidade macroeconômica na América Latina em relação à década passada e os níveis de ratings soberanos que "estão mais elevados" se comparados ao que estavam no passado.

Os comentários da executiva foram feitos durante lançamento do livro Can Latin America Compete? Confronting the Challenges of Globalization (A América Latina Pode Competir? Confrontando os Desafios da Globalização), no Conselho das Américas, em Nova York.

Schineller, convidada para comentar sobre os paises latinos do Continente Americano, citou que o desafio para a América Latina é incorporar as conquistas já feitas, também em função do ambiente internacional favorável dos últimos sete anos, como base para um avanço sustentado no futuro.

A executiva reconhece que a América Latina precisa mais para competir. No entanto, pondera que estabilidade macroeconômica é um grande diferencial em relação ao passado desse bloco. "Acredito que a melhora dos indicadores macroeconômicos é extremamente importante. Faz enorme diferença o fato de haver estabilidade macro para uma região que antes não tinha", completou.

A analista utiliza a metáfora do copo com água até a metade para ponderar que o "copo está meio cheio" para as nações latinas. Schineller diz que está "otimista" sobre a AL e diz que há razões para tal. A diretora da S&P cita que os países estão posicionados para um ciclo positivo, principalmente, em função dos avanços macroeconômico.

A executiva reconhece a necessidade de aprofundamento das reformas estruturais e pondera que diversas melhorias necessárias, como aumento do nível de poupança na América Latina, devem acontece a partir do momento que se tem o ambiente "macro em ordem".

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;