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Vendas de veículos 0 km crescem 2,4% na primeira quinzena do mês


Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

18/05/2006 | 08:35


As turbulências que atingem as gigantes do setor automotivo no país parecem não afetar os negócios das concessionárias. O total de licenciamentos de veículos – principal termômetro do segmento, calculado por meio dos números do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) – cresceu 2,4% na primeira quinzena deste mês em comparação ao mesmo período de abril.

Na soma das duas primeiras semanas de maio, as montadoras brasileiras comercializaram 71.107 unidades, segundo o levantamento, divulgado quarta-feira pela Agência Autoinforme. "Apesar de ser um avanço pequeno, o resultado aponta para uma tendência de alta. Tradicionalmente, as primeiras quinzenas são mais fracas em relação aos últimos 15 dias de cada mês", explica o diretor de pesquisa da agência, Claudio De Simone.

A Fiat deteve a maior fatia do bolo de mercado. A montadora respondeu por 24,5% do total – 17.887 unidades vendidas – seguida de perto pela GM – 22,5% do share e 16.393 veículos comercializados. A Volks manteve-se na terceira posição ao vender 15.929 carros e garantir 21,9% da demanda doméstica. A Ford colocou 15.929 novos carros nas ruas e está em quarto lugar com 11% do mercado.

Entre as montadoras novatas no Brasil, a japonesa Honda apresentou na quinzena a melhor performance em vendas – vendeu 3.344 veículos e avançou para 4,5% do mercado interno, 0,02 pontos percentuais acima do registrado nas duas semanas iniciais do mês passado. "A aproximação do segundo semestre deve aquecer este segmento. Isso porque as montadoras começarão a colocar em prática as promoções direcionadas ao fim de ano. Acredito que o setor crescerá acima da previsão da Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores), de 7,5% neste ano", acrescenta De Simone.

Flex – Os seguidos reajustes no preço do álcool nos postos de combustíveis não abalaram as vendas de veículos bicombustíveis – conhecidos como carros flex. Segundo o diretor de pesquisa da Agência Autoinforme, os modelos equipados com a tecnologia lideraram as vendas no mês.

"Os bicombustíveis já dominam a maioria dos modelos zero quilômetro. Por esta razão, as oscilações nos valores dos combustíveis não interferem na opção pelos flex. Pelo contrário. Quanto mais os preços variam, mais esses carros são procurados", completa De Simone.



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Vendas de veículos 0 km crescem 2,4% na primeira quinzena do mês

Hugo Cilo
Do Diário do Grande ABC

18/05/2006 | 08:35


As turbulências que atingem as gigantes do setor automotivo no país parecem não afetar os negócios das concessionárias. O total de licenciamentos de veículos – principal termômetro do segmento, calculado por meio dos números do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) – cresceu 2,4% na primeira quinzena deste mês em comparação ao mesmo período de abril.

Na soma das duas primeiras semanas de maio, as montadoras brasileiras comercializaram 71.107 unidades, segundo o levantamento, divulgado quarta-feira pela Agência Autoinforme. "Apesar de ser um avanço pequeno, o resultado aponta para uma tendência de alta. Tradicionalmente, as primeiras quinzenas são mais fracas em relação aos últimos 15 dias de cada mês", explica o diretor de pesquisa da agência, Claudio De Simone.

A Fiat deteve a maior fatia do bolo de mercado. A montadora respondeu por 24,5% do total – 17.887 unidades vendidas – seguida de perto pela GM – 22,5% do share e 16.393 veículos comercializados. A Volks manteve-se na terceira posição ao vender 15.929 carros e garantir 21,9% da demanda doméstica. A Ford colocou 15.929 novos carros nas ruas e está em quarto lugar com 11% do mercado.

Entre as montadoras novatas no Brasil, a japonesa Honda apresentou na quinzena a melhor performance em vendas – vendeu 3.344 veículos e avançou para 4,5% do mercado interno, 0,02 pontos percentuais acima do registrado nas duas semanas iniciais do mês passado. "A aproximação do segundo semestre deve aquecer este segmento. Isso porque as montadoras começarão a colocar em prática as promoções direcionadas ao fim de ano. Acredito que o setor crescerá acima da previsão da Anfavea (Associação Nacional de Veículos Automotores), de 7,5% neste ano", acrescenta De Simone.

Flex – Os seguidos reajustes no preço do álcool nos postos de combustíveis não abalaram as vendas de veículos bicombustíveis – conhecidos como carros flex. Segundo o diretor de pesquisa da Agência Autoinforme, os modelos equipados com a tecnologia lideraram as vendas no mês.

"Os bicombustíveis já dominam a maioria dos modelos zero quilômetro. Por esta razão, as oscilações nos valores dos combustíveis não interferem na opção pelos flex. Pelo contrário. Quanto mais os preços variam, mais esses carros são procurados", completa De Simone.

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