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Apenas lançamentos até 1º de outubro terão dinheiro da CEF



14/11/2008 | 07:00


Somente os empreendimentos imobiliários que foram lançados até o dia 1º de outubro de 2008 poderão ter acesso aos financiamentos de capital de giro da Caixa Econômica Federal com juros subsidiados. Em resolução do CMN (Conselho Monetário Nacional), divulgada quinta-feira pelo Banco Central, o prazo foi fixado para evitar que as empresas façam novos lançamentos para se beneficiar dos juros mais baixos. O CMN fixou em TR mais 11% ao ano a taxa de juros que será cobrada pela Caixa nessa linha adicional de crédito, no valor de R$ 3 bilhões.

A linha de crédito foi criada para socorrer as empresas de construção civil que fizeram lançamentos imobiliários e que, com a escassez de crédito, ficaram sem recursos para dar andamento às obras. As empresas, no entanto, terão o prazo de até 31 de março de 2009 para a contratação do empréstimo com prazo de até 60 meses.

A taxa de correção de TR mais 11% é mais alta do que a reivindicada pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção, que queria TR mais 9% ao ano. Os juros, no entanto, são bem menores que o cobrado pelos bancos em empréstimos para capital de giro, em torno de 35%. "É natural que o setor queira uma taxa menor. Mas a gente procurou dar a menor taxa possível para capital de giro. Entendemos que é uma boa taxa", afirmou o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira. Segundo ele, as taxas de capital de giro aumentaram com a crise financeira internacional.



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Apenas lançamentos até 1º de outubro terão dinheiro da CEF


14/11/2008 | 07:00


Somente os empreendimentos imobiliários que foram lançados até o dia 1º de outubro de 2008 poderão ter acesso aos financiamentos de capital de giro da Caixa Econômica Federal com juros subsidiados. Em resolução do CMN (Conselho Monetário Nacional), divulgada quinta-feira pelo Banco Central, o prazo foi fixado para evitar que as empresas façam novos lançamentos para se beneficiar dos juros mais baixos. O CMN fixou em TR mais 11% ao ano a taxa de juros que será cobrada pela Caixa nessa linha adicional de crédito, no valor de R$ 3 bilhões.

A linha de crédito foi criada para socorrer as empresas de construção civil que fizeram lançamentos imobiliários e que, com a escassez de crédito, ficaram sem recursos para dar andamento às obras. As empresas, no entanto, terão o prazo de até 31 de março de 2009 para a contratação do empréstimo com prazo de até 60 meses.

A taxa de correção de TR mais 11% é mais alta do que a reivindicada pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção, que queria TR mais 9% ao ano. Os juros, no entanto, são bem menores que o cobrado pelos bancos em empréstimos para capital de giro, em torno de 35%. "É natural que o setor queira uma taxa menor. Mas a gente procurou dar a menor taxa possível para capital de giro. Entendemos que é uma boa taxa", afirmou o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira. Segundo ele, as taxas de capital de giro aumentaram com a crise financeira internacional.

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