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Filipinas pode bater meta do PIB, diz presidente do BC



29/11/2013 | 05:15


O impacto do tufão Haiyan na economia das Filipinas é gerenciável e o crescimento interno pode atingir as metas do governo em 2013 e em 2014, com pouca necessidade de flexibilização adicional da política monetária, afirmou o presidente do banco central filipino Amando Tetangco.

No acumulado do ano até setembro, o produto interno bruto (PIB) cresceu em média 7,4%, acima da meta do governo para 2013 de crescimento entre 6% e 7%.

O governo filipino espera um crescimento econômico entre 6,5% e 7,5% para 2014.

"Atualmente, não parece ser necessário alterar a orientação da política monetária", afirmou Tetangco.

Para ele, as previsões anteriores para a inflação para este ano e para 2014 em 3,2% e 4,5% respectivamente, "parecem estar do lado conservador." De acordo com Tetangco, a inflação deste ano pode ser ainda menor.

De acordo com o presidente do banco central filipino, o tufão Haiyan pode atiçar alguma pressão inflacionária, mas "não será significativa." Fonte: Dow Jones Newswires.



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Filipinas pode bater meta do PIB, diz presidente do BC


29/11/2013 | 05:15


O impacto do tufão Haiyan na economia das Filipinas é gerenciável e o crescimento interno pode atingir as metas do governo em 2013 e em 2014, com pouca necessidade de flexibilização adicional da política monetária, afirmou o presidente do banco central filipino Amando Tetangco.

No acumulado do ano até setembro, o produto interno bruto (PIB) cresceu em média 7,4%, acima da meta do governo para 2013 de crescimento entre 6% e 7%.

O governo filipino espera um crescimento econômico entre 6,5% e 7,5% para 2014.

"Atualmente, não parece ser necessário alterar a orientação da política monetária", afirmou Tetangco.

Para ele, as previsões anteriores para a inflação para este ano e para 2014 em 3,2% e 4,5% respectivamente, "parecem estar do lado conservador." De acordo com Tetangco, a inflação deste ano pode ser ainda menor.

De acordo com o presidente do banco central filipino, o tufão Haiyan pode atiçar alguma pressão inflacionária, mas "não será significativa." Fonte: Dow Jones Newswires.

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