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BID inicia neste domingo em Okinawa sua reunião anual


Da AFP

09/04/2005 | 16:47


O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) inicia neste domingo sua reunião anual de diretores na ilha japonesa de Okinawa, onde participarão, até a próxima terça-feira, cerca de sete mil pessoas, entre elas os presidentes da Colômbia, Bolívia e Honduras. Um dos principais objetivos da cúpula é dar impulso às relações econômicas entre a Ásia e a América Latina, como destacou o presidente da entidade, Enrique Iglesias.

Primeiro país asiático a fazer parte do BID a partir de 1976, com uma participação atual no capital de 5%, o Japão organiza sua segunda cúpula de diretores do BID, depois da de Nagoya, em 1991. Além disso, a reunião acontece menos de um mês depois da entrada da Coréia do Sul no Banco e na presença de dirigentes chineses que visam a possibilidade de dar o mesmo passo no futuro.

Iglesias anunciou uma forte presença asiática em Okinawa entre os sete mil participantes e expressou o desejo de "intensificar" as relações com essa região do mundo, "em função do interesse crescente que a Ásia está tendo na América Latina e Caribe, como referencial, oportunidade e desafio".

Como ilustração do interesse latino-americano pela Ásia, o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, chegou neste sábado a Okinawa depois de realizar uma viagem à China e antes de fazer uma visita de Estado na segunda-feira a Tóquio.

Por sua parte, o presidente boliviano Carlos Mesa também manteve uma reunião bilateral com Iglesias. Os três presidente têm previsto fazer um discurso neste domingo na sessão inaugural da cúpula.

Um dos grandes protagonistas da cúpula será o ministro da Economia argentina, Roberto Lavagna, que iniciou em Okinawa sua primeira viagem internacional depois da conclusão da troca da dívida argentina em default, classificada de "bem sucedida" pelo BID. Em um almoço sozinhos, Iglesias e Lavagna falaram do recente adiamento das operações à espera da decisão de um tribunal americano.

O governo argentino tinha previsto iniciar há uma semana a troca de novos bonos por aqueles que caíram em default no final de 2001, mas adiou a operação até que um tribunal de apelações dos Estados Unidos avalie uma decisão do juiz de Nova York, Thomas Griesa.



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BID inicia neste domingo em Okinawa sua reunião anual

Da AFP

09/04/2005 | 16:47


O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) inicia neste domingo sua reunião anual de diretores na ilha japonesa de Okinawa, onde participarão, até a próxima terça-feira, cerca de sete mil pessoas, entre elas os presidentes da Colômbia, Bolívia e Honduras. Um dos principais objetivos da cúpula é dar impulso às relações econômicas entre a Ásia e a América Latina, como destacou o presidente da entidade, Enrique Iglesias.

Primeiro país asiático a fazer parte do BID a partir de 1976, com uma participação atual no capital de 5%, o Japão organiza sua segunda cúpula de diretores do BID, depois da de Nagoya, em 1991. Além disso, a reunião acontece menos de um mês depois da entrada da Coréia do Sul no Banco e na presença de dirigentes chineses que visam a possibilidade de dar o mesmo passo no futuro.

Iglesias anunciou uma forte presença asiática em Okinawa entre os sete mil participantes e expressou o desejo de "intensificar" as relações com essa região do mundo, "em função do interesse crescente que a Ásia está tendo na América Latina e Caribe, como referencial, oportunidade e desafio".

Como ilustração do interesse latino-americano pela Ásia, o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe, chegou neste sábado a Okinawa depois de realizar uma viagem à China e antes de fazer uma visita de Estado na segunda-feira a Tóquio.

Por sua parte, o presidente boliviano Carlos Mesa também manteve uma reunião bilateral com Iglesias. Os três presidente têm previsto fazer um discurso neste domingo na sessão inaugural da cúpula.

Um dos grandes protagonistas da cúpula será o ministro da Economia argentina, Roberto Lavagna, que iniciou em Okinawa sua primeira viagem internacional depois da conclusão da troca da dívida argentina em default, classificada de "bem sucedida" pelo BID. Em um almoço sozinhos, Iglesias e Lavagna falaram do recente adiamento das operações à espera da decisão de um tribunal americano.

O governo argentino tinha previsto iniciar há uma semana a troca de novos bonos por aqueles que caíram em default no final de 2001, mas adiou a operação até que um tribunal de apelações dos Estados Unidos avalie uma decisão do juiz de Nova York, Thomas Griesa.

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