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PF prende policiais rodoviários envolvidos com corrupção em Manaus


Do Diário OnLine
Com Agências

27/06/2005 | 17:59


A PF (Polícia Federal) prendeu 38 pessoas nesta segunda-feira, em Manaus, durante a Operação Mercúrio, que pretende desarticular um esquema de corrupção no sistema de transporte no Estado do Amazonas. Entre os detidos está o suposto chefe da quadrilha, Jones Andrade Menezes, chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização da PRF (Polícia Rodoviária Federal) do Amazonas.

De acordo com a PF, PRFs (policiais rodoviários federais), empresários e empregados de empresas de carga participam da quadrilha. O esquema funcionava com a liberação da passagem de caminhões com irregularidades mediante pagamento de propina aos PRFs.

A operação teve início às 6h desta segunda e é realizada com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Força Aérea Brasileira. Cerca de 200 policiais federais e 70 PRFs participam da ação. Dos mandados de prisões temporárias, 18 são contra policiais rodoviários, um é para um policial militar e 19 para empresários e funcionários do setor de transporte de cargas. Além disso, foram expedidos 44 mandados de busca em residências, postos da PRF e empresas de transporte.

O corregedor-geral da PRF, Marcelo Gladson Pires, informou que deve ser publicada na terça-feira no Diário Oficial da União a exoneração de Menezes. Ele e os outros 17 policiais rodoviários federais - que correspondem a um terço do efetivo da PRF no Estado - foram indiciados pelos crimes de formação de quadrilha, extorsão qualificada e corrupção passiva (pedir ou receber propina). Os civis detidos responderão por corrupção ativa (oferecer ou pagar propina).

A investigação - A quadrilha atuava no Amazonas desde 2002 e começou a ser investigada pela PF após o recebimento de uma denúncia anônima. O delegado coordenador da operação, Osmar Melo, afirmou que as investigações estavam difíceis até novembro "porque os policiais descobriram que estavam sendo investigados e começaram a falar em código". Em novembro, porém, uma outra denúncia anônima permitiu a interçepção de conversas telefônicas.



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PF prende policiais rodoviários envolvidos com corrupção em Manaus

Do Diário OnLine
Com Agências

27/06/2005 | 17:59


A PF (Polícia Federal) prendeu 38 pessoas nesta segunda-feira, em Manaus, durante a Operação Mercúrio, que pretende desarticular um esquema de corrupção no sistema de transporte no Estado do Amazonas. Entre os detidos está o suposto chefe da quadrilha, Jones Andrade Menezes, chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização da PRF (Polícia Rodoviária Federal) do Amazonas.

De acordo com a PF, PRFs (policiais rodoviários federais), empresários e empregados de empresas de carga participam da quadrilha. O esquema funcionava com a liberação da passagem de caminhões com irregularidades mediante pagamento de propina aos PRFs.

A operação teve início às 6h desta segunda e é realizada com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da Força Aérea Brasileira. Cerca de 200 policiais federais e 70 PRFs participam da ação. Dos mandados de prisões temporárias, 18 são contra policiais rodoviários, um é para um policial militar e 19 para empresários e funcionários do setor de transporte de cargas. Além disso, foram expedidos 44 mandados de busca em residências, postos da PRF e empresas de transporte.

O corregedor-geral da PRF, Marcelo Gladson Pires, informou que deve ser publicada na terça-feira no Diário Oficial da União a exoneração de Menezes. Ele e os outros 17 policiais rodoviários federais - que correspondem a um terço do efetivo da PRF no Estado - foram indiciados pelos crimes de formação de quadrilha, extorsão qualificada e corrupção passiva (pedir ou receber propina). Os civis detidos responderão por corrupção ativa (oferecer ou pagar propina).

A investigação - A quadrilha atuava no Amazonas desde 2002 e começou a ser investigada pela PF após o recebimento de uma denúncia anônima. O delegado coordenador da operação, Osmar Melo, afirmou que as investigações estavam difíceis até novembro "porque os policiais descobriram que estavam sendo investigados e começaram a falar em código". Em novembro, porém, uma outra denúncia anônima permitiu a interçepção de conversas telefônicas.

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