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Vestígios de ossos são encontrados onde Ivandel teria sido enterrado


Do Diário OnLine
Com Agências

01/02/2005 | 16:31


A polícia paulista encontrou novos vestígios de ossos na área onde o jornalista Ivandel Godinho teria sido enterrado. Os três presos que confessaram o assassinato da vítima informaram que seu corpo foi enterrado em um campo de futebol no bairro de Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo.

O material encontrado nesta terça vai passar por um exame de DNA. O resultado deve ficar pronto dentro de 15 dias.

Apesar dos novos vestígios de ossos, os peritos destacaram que as chances de se encontrar algum fragmento que possa ser usado como prova do crime é pequena. Os réus confessos disseram que queimaram o corpo do jornalista.

O seqüestro de Ivandel aconteceu no dia 22 de outubro de 2003 na avenida Brigadeiro Faria Lima, uma das mais movimentadas da capital paulista. Desde janeiro de 2004 os criminosos não entram em contato com a família do jornalista.

O adolescente G., 17 anos, foi o primeiro a ser detido e apontou os outros dois comparsas: Fabiano Pavan Prado, 30 anos, e Wilson Moraes Silva, 19. Eles contaram que Ivandel tentou fugir três dias após o seqüestro e que foi espancado pelos homens que cuidavam do cativeiro, morrendo em decorrência dos ferimentos.

Em janeiro os policiais foram ao local onde os criminosos teriam enterrado o corpo e encontraram uma ossada, mas exames revelaram que ela era de um animal. A advogada dos acusados, Patrícia Penna Saraiva Marques, afirmou que seus clientes foram forçados pela polícia a assinar a confissão. A família do jornalista acredita que ele está vivo.



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Vestígios de ossos são encontrados onde Ivandel teria sido enterrado

Do Diário OnLine
Com Agências

01/02/2005 | 16:31


A polícia paulista encontrou novos vestígios de ossos na área onde o jornalista Ivandel Godinho teria sido enterrado. Os três presos que confessaram o assassinato da vítima informaram que seu corpo foi enterrado em um campo de futebol no bairro de Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo.

O material encontrado nesta terça vai passar por um exame de DNA. O resultado deve ficar pronto dentro de 15 dias.

Apesar dos novos vestígios de ossos, os peritos destacaram que as chances de se encontrar algum fragmento que possa ser usado como prova do crime é pequena. Os réus confessos disseram que queimaram o corpo do jornalista.

O seqüestro de Ivandel aconteceu no dia 22 de outubro de 2003 na avenida Brigadeiro Faria Lima, uma das mais movimentadas da capital paulista. Desde janeiro de 2004 os criminosos não entram em contato com a família do jornalista.

O adolescente G., 17 anos, foi o primeiro a ser detido e apontou os outros dois comparsas: Fabiano Pavan Prado, 30 anos, e Wilson Moraes Silva, 19. Eles contaram que Ivandel tentou fugir três dias após o seqüestro e que foi espancado pelos homens que cuidavam do cativeiro, morrendo em decorrência dos ferimentos.

Em janeiro os policiais foram ao local onde os criminosos teriam enterrado o corpo e encontraram uma ossada, mas exames revelaram que ela era de um animal. A advogada dos acusados, Patrícia Penna Saraiva Marques, afirmou que seus clientes foram forçados pela polícia a assinar a confissão. A família do jornalista acredita que ele está vivo.

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