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Anatel negocia redução do custo do uso de celular



28/04/2010 | 07:00


Usar o celular nacional em viagens internacionais no continente americano pode ficar bem mais barato no futuro, se depender de proposta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). De acordo com fonte da Agência, já foram feitos contatos com outros países da região para tentar acordo para baratear o serviço de roaming internacional, que permite que as chamadas de e para celulares em viagens internacionais.

A ideia é de que a operadora e o país de origem da ligação fiquem com toda a receita, inclusive a tributária. A cobrança deve incidir apenas sobre o usuário que tomou a iniciativa de ligar e com tarifa equivalente a de uma chamada local do país onde foi feita.

Nesse caso, quem recebe a ligação não pagaria nada, mesmo em viagem.

CONVERSA AVANÇADA - A proposta já teria sido objeto de conversas no âmbito da Citel (Comissão Interamericana de (Citel) da OEA (Organização dos Estados Americanos). "Os norte-americanos e canadenses gostaram muito", disse a fonte. Ela relatou, no entanto, que outros países, como a Argentina, preocupam-se com a possibilidade de perder arrecadação.

Apesar disso, a proposta deve ser levada formalmente em breve ao Mercosul e no futuro à Unasul (União das Nações Sul-Americanas). Participam da Unasul além do Brasil, a Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Equador, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Suriname e Guiana.

TRIBUTAÇÃO COMPLEXA - Mesmo no Brasil, a questão da tributação é complexa. Ao custo da ligação no outro país se adicionam os tributos locais, para a União e também para o Estado, responsável pela cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço).

Muito da arrecadação se frustra, porém, porque a maioria das ligações para celular em viagem internacional não são completadas porque o usuário decide não atender à ligação, quando leva o celular. "Se ocupa a rede por nada. Não atendem o celular porque é muito caro. Por R$ 10 o minuto é como se o serviço não existisse. Se fosse barato, todo mundo levaria o aparelho em viagem e usaria", disse.



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Anatel negocia redução do custo do uso de celular


28/04/2010 | 07:00


Usar o celular nacional em viagens internacionais no continente americano pode ficar bem mais barato no futuro, se depender de proposta da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). De acordo com fonte da Agência, já foram feitos contatos com outros países da região para tentar acordo para baratear o serviço de roaming internacional, que permite que as chamadas de e para celulares em viagens internacionais.

A ideia é de que a operadora e o país de origem da ligação fiquem com toda a receita, inclusive a tributária. A cobrança deve incidir apenas sobre o usuário que tomou a iniciativa de ligar e com tarifa equivalente a de uma chamada local do país onde foi feita.

Nesse caso, quem recebe a ligação não pagaria nada, mesmo em viagem.

CONVERSA AVANÇADA - A proposta já teria sido objeto de conversas no âmbito da Citel (Comissão Interamericana de (Citel) da OEA (Organização dos Estados Americanos). "Os norte-americanos e canadenses gostaram muito", disse a fonte. Ela relatou, no entanto, que outros países, como a Argentina, preocupam-se com a possibilidade de perder arrecadação.

Apesar disso, a proposta deve ser levada formalmente em breve ao Mercosul e no futuro à Unasul (União das Nações Sul-Americanas). Participam da Unasul além do Brasil, a Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Equador, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Suriname e Guiana.

TRIBUTAÇÃO COMPLEXA - Mesmo no Brasil, a questão da tributação é complexa. Ao custo da ligação no outro país se adicionam os tributos locais, para a União e também para o Estado, responsável pela cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço).

Muito da arrecadação se frustra, porém, porque a maioria das ligações para celular em viagem internacional não são completadas porque o usuário decide não atender à ligação, quando leva o celular. "Se ocupa a rede por nada. Não atendem o celular porque é muito caro. Por R$ 10 o minuto é como se o serviço não existisse. Se fosse barato, todo mundo levaria o aparelho em viagem e usaria", disse.

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