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Com recomeço, hospital da Vila Luzita fica para 2022

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura homologou do processo licitatório vínculo com a empresa H2Obras Construções Ltda, pelo valor total de R$ 13,62 milhões


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/07/2020 | 00:01


A Prefeitura de Santo André, comandada por Paulo Serra (PSDB), dá novo capítulo ao enredo do hospital de retaguarda da Vila Luzita e formalizou na quinta-feira contrato com a iniciativa privada para execução das obras físicas da unidade. O Paço homologou do processo licitatório vínculo com a empresa H2Obras Construções Ltda, pelo valor total de R$ 13,62 milhões para erguer a edificação do equipamento de saúde, previsto desta vez para ficar pronto em julho de 2022.

A gestão tucana destacou que, “inicialmente, os recursos são 100% municipais”. A ideia era encerrar o certame em abril, mas a crise de Covid-19 atrapalhou o andamento. “Por causa da pandemia houve atraso no trâmite da licitação devido aos funcionários da Prefeitura estarem em regime de quarentena”, reconheceu.

O plano está em curso há nove anos, ainda na administração Aidan Ravin (Republicanos). A mudança no escopo inclui até o endereço do hospital. O empreendimento começará a ser construído desde a fundação do terreno situado na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, número 3.313, diante dos problemas estruturais identificados em laudo na antiga estrutura, danificada, principalmente, pelas chuvas no esqueleto ao longo do período. O prédio anterior, condenado pelo perícia técnica, fica na esquina da Avenida São Bernardo com a Rua dos Cocais.

O projeto original começou a sair do papel em setembro de 2011, orçado em R$ 3,5 milhões, com perspectiva de entrega no primeiro trimestre do ano seguinte, mas acumula atrasos, deterioração de materiais e abandono de obras. O prazo de inauguração já foi adiado em pelo menos sete ocasiões no período. Apesar de todo esse imbróglio, a Prefeitura rechaçou, contudo, ter havido prejuízo financeiro na estrutura. A destinação do espaço, segundo o Paço, está sendo estudada pelo governo, sendo que “possivelmente abrigará um Cras, Creas e a sede do conselho tutelar”. 



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Com recomeço, hospital da Vila Luzita fica para 2022

Prefeitura homologou do processo licitatório vínculo com a empresa H2Obras Construções Ltda, pelo valor total de R$ 13,62 milhões

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/07/2020 | 00:01


A Prefeitura de Santo André, comandada por Paulo Serra (PSDB), dá novo capítulo ao enredo do hospital de retaguarda da Vila Luzita e formalizou na quinta-feira contrato com a iniciativa privada para execução das obras físicas da unidade. O Paço homologou do processo licitatório vínculo com a empresa H2Obras Construções Ltda, pelo valor total de R$ 13,62 milhões para erguer a edificação do equipamento de saúde, previsto desta vez para ficar pronto em julho de 2022.

A gestão tucana destacou que, “inicialmente, os recursos são 100% municipais”. A ideia era encerrar o certame em abril, mas a crise de Covid-19 atrapalhou o andamento. “Por causa da pandemia houve atraso no trâmite da licitação devido aos funcionários da Prefeitura estarem em regime de quarentena”, reconheceu.

O plano está em curso há nove anos, ainda na administração Aidan Ravin (Republicanos). A mudança no escopo inclui até o endereço do hospital. O empreendimento começará a ser construído desde a fundação do terreno situado na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo, número 3.313, diante dos problemas estruturais identificados em laudo na antiga estrutura, danificada, principalmente, pelas chuvas no esqueleto ao longo do período. O prédio anterior, condenado pelo perícia técnica, fica na esquina da Avenida São Bernardo com a Rua dos Cocais.

O projeto original começou a sair do papel em setembro de 2011, orçado em R$ 3,5 milhões, com perspectiva de entrega no primeiro trimestre do ano seguinte, mas acumula atrasos, deterioração de materiais e abandono de obras. O prazo de inauguração já foi adiado em pelo menos sete ocasiões no período. Apesar de todo esse imbróglio, a Prefeitura rechaçou, contudo, ter havido prejuízo financeiro na estrutura. A destinação do espaço, segundo o Paço, está sendo estudada pelo governo, sendo que “possivelmente abrigará um Cras, Creas e a sede do conselho tutelar”. 

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