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Rede deve deixar diretórios municipais livres para escolherem alianças

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Direção indica que tendência é ‘não vetar’ composição a siglas específicas


Fabio Martins
Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

28/09/2015 | 07:00


Recém-homologada na Justiça Eleitoral, a Rede Sustentabilidade, da ex-presidenciável Marina Silva, sinaliza dar autonomia aos diretórios municipais para fechar alianças rumo às eleições de 2016. A postura é diferente da adotada em 2013 – época da primeira tentativa, fracassada, de registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) –, quando Marina indicou vetos nas cidades, entre eles, filtrar composições.

O coordenador-geral da legenda, Bazileu Margarido, afirmou ao Diário que a “tendência” é de respeitar os diferentes cenários eleitorais de cada município. “Não tem discussão fechada da política de alianças. Vamos analisar como ficará o quadro que teremos em cada cidade com maior densidade eleitoral. A tendência é que não haja vetos a partidos políticos específicos, ficando o debate em cima de questões programáticas”, frisou o dirigente.

Bazileu ponderou, porém, que as alianças poderão ser analisadas. Antes disso, o partido pretende focar nas filiações para viabilizar candidaturas majoritárias próprias nas principais capitais do País. “Em geral, a proposta é que tenhamos candidatura com expressão social e densidade eleitoral. Após o balanço das filiações, vamos estabelecer metas e diretrizes de aliança nos municípios.”

A maioria das cidades do Grande ABC já articula há pelo menos um ano a formação de bases nos municípios e a construção de possíveis candidaturas aos Paços.

Em Santo André, o vereador Almir Cicote (PSB) era cotado para disputar a Prefeitura andreense pela Rede. Principal articulador da legenda na cidade, o socialista foi candidato a deputado estadual (ficou como suplente) com o apoio de Marina. Hoje, entretanto, deixou o projeto e garantiu ao presidente estadual do PSB, o vice-governador Márcio França, que vai permanecer na sigla e pedir votos ao ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), que tentará retomar o cargo no Executivo.

O ex-vereador de São Caetano Cabo Dias (PV) ajudou a formar o partido de Marina na cidade, mas ainda não definiu se tentará disputar o Palácio da Cerâmica ou buscará cadeira na Câmara. Já em Diadema, os advogados Virgílio Alcides de Farias, Cláudio Miranda e Edivaldo Lubeck estão entre os possíveis cabeças de chapa. Em Mauá tem o educador Mateus Prado, além de negociação com o parlamentar licenciado Rogério Santana, hoje secretário municipal de Serviços Urbanos. Ex-titular da gestão do prefeito de Ribeirão Pires, Saulo Benevides (PMDB), Rosana Figueiredo é cotada para concorrer à Prefeitura. 



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