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PL aposta em eleiçoes municipais


Do Diário do Grande ABC

08/07/2000 | 14:55


O PL aposta sua sobrevivência nas eleiçoes municipais de outubro. O partido pretende, pelo menos, dobrar o número de vereadores e com isso formar uma base que garantir sua existência, ameaçada pela iminente reforma política. Uma das propostas da reforma é impedir que partidos com menos de 5% dos votos para a Câmara dos Deputados e 2% de votos em nove estados tenham acesso ao Fundo Partidário e ao horário gratuito de propaganda eleitoral.

Os votos da Igreja Universal, com forte presença no partido, devem eleger cerca de 400 vereadores em todo o país, acredita o deputado Bispo Rodrigues, vice-presidente nacional do PL. No Rio de Janeiro, a meta é mais do que dobrar o número de vereadores, saltando de 80 para quase 200. ``O partido só cresce se tem bom número de vereadores. Vamos nos coligar com legendas que possam fortalecer a chapa de vereadores'', diz Rodrigues. ``A reforma política vem aí para impedir os pequenos partidos de crescer''.

Rodrigues diz que uma bancada expressiva de vereadores abre as portas para eleger um número maior de deputados estaduais e federais e de senadores, em 2002. Ele está de olho na reforma política há pelo menos dois anos. Foi a reforma que o motivou a trocar o PFL, partido pelo qual se elegeu em 1998, pelo PL.

Na avaliaçao de Rodrigues, a reforma política vai fortalecer, principalmente, os caciques dos partidos. ``O PFL jamais me deixaria chegar à cúpula, por isso eu vim para um partido menor'', afirma o bispo, que ingressou no PL já em posiçao de comando. Além de vice-presidente nacional do partido, é vice-líder da bancada na Câmara e presidente da legenda no Rio de Janeiro. ``Nós, presidentes de partido, temos de fazer a corte para o deputado. Com a reforma, é o deputado que vai ter de carregar o presidente no colo''.

A previsao de Rodrigues está baseada na proposta de fidelidade partidária, pela qual os parlamentares serao impedidos de trocar de legenda durante a legislatura e ficarao obrigados a seguir a orientaçao dos líderes. "Estou querendo é mais fidelidade partidária, listas, financiamento público de campanha porque isso vai me fortalecer politicamente. Agora que eu cheguei lá, entao, viva a reforma política", comemora.



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