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Moradores da região mostram apreensão com furacão Irma

Munícipes do Grande ABC que estão na Flórida e no Caribe relatam clima de tensão


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

07/09/2017 | 07:00


Moradores do Grande ABC e que estão na Flórida e no Caribe relataram o clima de apreensão com a chegada do furacão Irma, que atingirá a costa Leste dos Estados Unidos e boa parte das ilhas caribenhas nesta semana.

O furacão é de categoria 5, a mais alta na escala, com ventos que chegam a quase 300 km/h. Cidades da América Central já sofreram com o fenômeno. Oito mortes foram confirmadas nas ilhas caribenhas, como Barbuda. A expectativa é que o furacão passe por Porto Rico, República Dominicana, Haiti, Cuba, Bahamas e alcance a Flórida, nos Estados Unidos, no fim de semana.

“Fizemos estoque de comida e suco. Água não conseguimos comprar em lugar nenhum. Compramos muitas tranqueiras, salgadinhos, bolachas porque pão não tem mais. As nossas malas estão no carro. Se tiver toque para evacuar a cidade, temos que sair e ir embora o mais longe possível do olho do furacão. A princípio as autoridades pedem para a gente manter a calma porque talvez o olho do furacão não passe por aqui”, disse a são-bernardense Luciana Alves, 39 anos, que mora na Vila Caminho do Mar e está em férias com o marido, Luiz Gustavo Cotrim de Barros, 44. Eles embarcaram para os Estados Unidos no domingo e têm previsão de volta para o dia 21. Até ontem eles estavam na cidade de Tampa. O casal confirmou que lojas e supermercados estão sem materiais de necessidades básicas.

O andreense Murillo Souza de Lima, 23 anos, também está em férias, mas em Punta Cana, na República Dominicana. “Meu agente de viagem até falou sobre o furacão, que poderia vir ou não. Decidi vir por causa das minhas férias. Cheguei na segunda-feira, estava calmo, mas ontem (terça-feira) tentamos marcar os passeios e fomos informados que foram cancelados pelos problemas, com o mar forte”, afirmou. “Como no Brasil não tem esse tipo de coisa, ficamos apreensivos. E quando ligamos a TV temos a certeza que a coisa é mais séria do que a gente pensa.”

A estudante Victoria Robledo Pavliuk Silva, 17, mora há um ano em Coral Springs, cidade da Flórida. Antes, residia na divisa entre São Paulo e o Grande ABC. “Os serviços de energia e água estão normais, com previsão de serem cortados. Boa parte das estradas está congestionada, pois todos buscam lugares mais seguros. O clima não é de pânico, mas sim de preocupação e insegurança. Mas as autoridades têm nos informado, até pelo celular, sobre o que vai acontecer.” 



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Moradores da região mostram apreensão com furacão Irma

Munícipes do Grande ABC que estão na Flórida e no Caribe relatam clima de tensão

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

07/09/2017 | 07:00


Moradores do Grande ABC e que estão na Flórida e no Caribe relataram o clima de apreensão com a chegada do furacão Irma, que atingirá a costa Leste dos Estados Unidos e boa parte das ilhas caribenhas nesta semana.

O furacão é de categoria 5, a mais alta na escala, com ventos que chegam a quase 300 km/h. Cidades da América Central já sofreram com o fenômeno. Oito mortes foram confirmadas nas ilhas caribenhas, como Barbuda. A expectativa é que o furacão passe por Porto Rico, República Dominicana, Haiti, Cuba, Bahamas e alcance a Flórida, nos Estados Unidos, no fim de semana.

“Fizemos estoque de comida e suco. Água não conseguimos comprar em lugar nenhum. Compramos muitas tranqueiras, salgadinhos, bolachas porque pão não tem mais. As nossas malas estão no carro. Se tiver toque para evacuar a cidade, temos que sair e ir embora o mais longe possível do olho do furacão. A princípio as autoridades pedem para a gente manter a calma porque talvez o olho do furacão não passe por aqui”, disse a são-bernardense Luciana Alves, 39 anos, que mora na Vila Caminho do Mar e está em férias com o marido, Luiz Gustavo Cotrim de Barros, 44. Eles embarcaram para os Estados Unidos no domingo e têm previsão de volta para o dia 21. Até ontem eles estavam na cidade de Tampa. O casal confirmou que lojas e supermercados estão sem materiais de necessidades básicas.

O andreense Murillo Souza de Lima, 23 anos, também está em férias, mas em Punta Cana, na República Dominicana. “Meu agente de viagem até falou sobre o furacão, que poderia vir ou não. Decidi vir por causa das minhas férias. Cheguei na segunda-feira, estava calmo, mas ontem (terça-feira) tentamos marcar os passeios e fomos informados que foram cancelados pelos problemas, com o mar forte”, afirmou. “Como no Brasil não tem esse tipo de coisa, ficamos apreensivos. E quando ligamos a TV temos a certeza que a coisa é mais séria do que a gente pensa.”

A estudante Victoria Robledo Pavliuk Silva, 17, mora há um ano em Coral Springs, cidade da Flórida. Antes, residia na divisa entre São Paulo e o Grande ABC. “Os serviços de energia e água estão normais, com previsão de serem cortados. Boa parte das estradas está congestionada, pois todos buscam lugares mais seguros. O clima não é de pânico, mas sim de preocupação e insegurança. Mas as autoridades têm nos informado, até pelo celular, sobre o que vai acontecer.” 

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