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Minami quer laudo do anexo 1 da Câmara

Tucano visa dar continuidade à sindicância; serviço deve custar até R$ 150 mil


Rogério Santos
do Diário do Grande ABC

26/06/2012 | 07:00


O presidente da Câmara de São Bernardo, Hiroyuki Minami (PSDB), tenta acionar judicialmente a construtora responsável pela obra do anexo 1 do Legislativo. Para isso, ele precisa de laudo de empresa especializada. O custo para elaboração do documento varia entre R$ 80 mil e R$ 150 mil, valor considerado caro pelo tucano. "Já recebemos algumas propostas, mas estamos buscando alternativas em função dos valores apresentados", disse Minami.

Inaugurado em 2009, ao custo de R$ 5 milhões, a construção do anexo 1 ainda é motivo de questionamentos. Além de a Casa gastar mais R$ 170 mil para comprar uma nova cabine central de energia logo após a entrega do prédio, já que o gerador instalado na ocasião se mostrou insuficiente para suportar a estrutura do edifício, foram constatados outros problemas estruturais como a qualidade do piso e goteiras.

Quando assumiu a chefia do Legislativo em 2009, o vereador Otávio Manente (que morreu em abril de 2011) abriu sindicância para apurar a construção do prédio, mas o prazo para a conclusão do procedimento expirou e não foi concluído.

Na ocasião, o vereador José Ferreira (PT) apresentou requerimento de informação pedindo esclarecimento sobre a construção, sob responsabilidade do então comandante da Casa Amedeo Giusti (PV). Em novembro de 2009, o petista se licenciou da Câmara para assumir o comando da Sedesc (Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania), onde ficou até março de 2011.

De acordo com o regimento interno da Câmara, quando o autor de um requerimento se ausenta do cargo, o trâmite é interrompido. Zé Ferreira não pretende recolocar o requerimento em pauta, deixando o caso sem esclarecimento. "Se eu apresentar (o pedido de informação) neste momento, vão dizer que é por causa do período eleitoral, por isso prefiro não mexer com isso agora."

O anexo 1 é utilizado para abrigar os gabinetes dos 21 parlamentares. Os setores administrativos também estão no local até a conclusão da reforma do prédio do Legislativo. A obra está orçada em R$ 28,4 milhões e prevista para ser entregue em outubro.



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Minami quer laudo do anexo 1 da Câmara

Tucano visa dar continuidade à sindicância; serviço deve custar até R$ 150 mil

Rogério Santos
do Diário do Grande ABC

26/06/2012 | 07:00


O presidente da Câmara de São Bernardo, Hiroyuki Minami (PSDB), tenta acionar judicialmente a construtora responsável pela obra do anexo 1 do Legislativo. Para isso, ele precisa de laudo de empresa especializada. O custo para elaboração do documento varia entre R$ 80 mil e R$ 150 mil, valor considerado caro pelo tucano. "Já recebemos algumas propostas, mas estamos buscando alternativas em função dos valores apresentados", disse Minami.

Inaugurado em 2009, ao custo de R$ 5 milhões, a construção do anexo 1 ainda é motivo de questionamentos. Além de a Casa gastar mais R$ 170 mil para comprar uma nova cabine central de energia logo após a entrega do prédio, já que o gerador instalado na ocasião se mostrou insuficiente para suportar a estrutura do edifício, foram constatados outros problemas estruturais como a qualidade do piso e goteiras.

Quando assumiu a chefia do Legislativo em 2009, o vereador Otávio Manente (que morreu em abril de 2011) abriu sindicância para apurar a construção do prédio, mas o prazo para a conclusão do procedimento expirou e não foi concluído.

Na ocasião, o vereador José Ferreira (PT) apresentou requerimento de informação pedindo esclarecimento sobre a construção, sob responsabilidade do então comandante da Casa Amedeo Giusti (PV). Em novembro de 2009, o petista se licenciou da Câmara para assumir o comando da Sedesc (Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania), onde ficou até março de 2011.

De acordo com o regimento interno da Câmara, quando o autor de um requerimento se ausenta do cargo, o trâmite é interrompido. Zé Ferreira não pretende recolocar o requerimento em pauta, deixando o caso sem esclarecimento. "Se eu apresentar (o pedido de informação) neste momento, vão dizer que é por causa do período eleitoral, por isso prefiro não mexer com isso agora."

O anexo 1 é utilizado para abrigar os gabinetes dos 21 parlamentares. Os setores administrativos também estão no local até a conclusão da reforma do prédio do Legislativo. A obra está orçada em R$ 28,4 milhões e prevista para ser entregue em outubro.

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