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Incra quer intervenção militar nos conflitos agrários em PE


Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

22/02/2005 | 14:36


A superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Pernambuco, Maria de Oliveira, oficializou nesta terça-feira, em Brasília, o pedido de participação do Exército nas ações de desarmamento no campo. O pedido foi feito ao ouvidor agrário nacional, Gercino Silva.

O trabalho vai envolver a participação de uma força-tarefa integrada por representantes de organizações de direitos humanos, polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária, além dos ministérios públicos Federal e Estadual.

Segundo Maria de Oliveira, a medida foi tomada por causa do agravamento dos conflitos agrários e do clima de tensão que se instalou no campo, principalmente no município de Quipapá. Ali, um policial foi assassinado dentro de um acampamento rural, no dia 5, depois de tentar prender o assentado José Ricardo da Silva. Cinco trabalhadores da localidade estão presos, acusados de manter em cárcere privado por mais de oito horas o sargento Cícero Jacinto, no mesmo dia do crime.

Maria explicou que entre as funções da força-tarefa estão recolher armas em acampamentos, assentamentos, fazendas e engenhos e indiciar pessoas suspeitas de envolvimento com milícias armadas. A superintendente disse que os conflitos no campo vêm emperrando o andamento da reforma agrária em Pernambuco. A meta do Incra é assentar no Estado 7 mil famílias até o final do ano.



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Incra quer intervenção militar nos conflitos agrários em PE

Do Diário OnLine
Com Agência Brasil

22/02/2005 | 14:36


A superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Pernambuco, Maria de Oliveira, oficializou nesta terça-feira, em Brasília, o pedido de participação do Exército nas ações de desarmamento no campo. O pedido foi feito ao ouvidor agrário nacional, Gercino Silva.

O trabalho vai envolver a participação de uma força-tarefa integrada por representantes de organizações de direitos humanos, polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária, além dos ministérios públicos Federal e Estadual.

Segundo Maria de Oliveira, a medida foi tomada por causa do agravamento dos conflitos agrários e do clima de tensão que se instalou no campo, principalmente no município de Quipapá. Ali, um policial foi assassinado dentro de um acampamento rural, no dia 5, depois de tentar prender o assentado José Ricardo da Silva. Cinco trabalhadores da localidade estão presos, acusados de manter em cárcere privado por mais de oito horas o sargento Cícero Jacinto, no mesmo dia do crime.

Maria explicou que entre as funções da força-tarefa estão recolher armas em acampamentos, assentamentos, fazendas e engenhos e indiciar pessoas suspeitas de envolvimento com milícias armadas. A superintendente disse que os conflitos no campo vêm emperrando o andamento da reforma agrária em Pernambuco. A meta do Incra é assentar no Estado 7 mil famílias até o final do ano.

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