Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 11 de Maio

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

PT em peso sai às ruas de São Paulo


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

08/07/2006 | 08:25


Militância na rua, jingle grudento, discursos inflamados e críticas contra o principal adversário. Não é exagero dizer que sexta-feira o PT iniciou, de fato, a campanha visando as eleições de outubro. Alguns dos principais nomes da legenda no País participaram de caminhada nas ruas do centro de São Paulo em prol das candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (Presidência), Aloizio Mercadante (governo estadual) e Eduardo Suplicy (Senado). A ausência ficou por conta do presidente Lula, que lançará oficialmente a sua candidatura à reeleição na próxima quinta-feira, em São Bernardo.

Os petistas se aglutinaram na praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, desde às 11h. De lá, partiram rumo à Praça da Sé em evento denominado Caminhada Rumo à Vitória. “Aqui (Praça da Sé) começou a luta contra a ditadura e pelas Diretas”, justificou Mercadante, em um palco improvisado em frente à Catedral da Sé. “Não podemos sair mais das ruas. Agora, a militância terá voz e vez. Não vamos ganhar esta eleição com material ou com jornal (ajuda da imprensa), mas sim com a nossa consciência e história política.”

Na primeira oportunidade que teve, o petista não perdeu a chance de explorar a fama de mal-humorado de José Serra (PSDB), seu principal concorrente rumo ao Palácio dos Bandeirantes. “Enquanto um fica com a cara de rabugento, reclamando de tudo, nós estamos com toda essa alegria.”

Mercadante voltou a criticar o não-cumprimento da promessa feita por Serra de permanecer à frente da Prefeitura de São Paulo se fosse eleito. “O único projeto dele é o pessoal, de poder. A cidade não representa nada para ele, só um trampolim”, avaliou o petista. “Ele pode até enganar o povo uma vez, mas não conseguirá fazê-lo novamente. Vamos dar a resposta nas urnas.”

Além de Mercadante, Suplicy, Ricardo Berzoini (deputado federal e presidente nacional do PT) e Nádia Campeão (PCdoB), vice na chapa estadual, discursaram contra a política do PSDB – no comando do Estado desde 1995. O principal alvo das críticas foi a Segurança Pública. “Não vamos mais aceitar essa situação”, garantiu Mercadante.

Já Berzoini mostrou-se preocupado no caso de uma possível vitória tucana. “Não podemos ter um governador que nos próximos quatro anos ficará pensando como fazer oposição ao Lula. O governo federal precisa de um parceiro.”

Críticas – O candidato petista ao governo do Estado reafirmou seu compromisso com a Educação. Não deixou de reclamar da progressão continuada – sistema implementado pelo governo tucano em que o aluno passa de ano mesmo não atingindo a média necessária. “Eles (PSDB) não sabem o que é não poder estudar. A política educacional do tucanato foi medíocre”, avaliou.

Como contraponto, Mercadante fez referências a programas do PT, como o Bolsa-Família, que, segundo ele, consegue manter os jovens nas escolas. “Lugar de criança é na escola, e lugar de tucano é fora do Palácio dos Bandeirantes.”



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

PT em peso sai às ruas de São Paulo

Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

08/07/2006 | 08:25


Militância na rua, jingle grudento, discursos inflamados e críticas contra o principal adversário. Não é exagero dizer que sexta-feira o PT iniciou, de fato, a campanha visando as eleições de outubro. Alguns dos principais nomes da legenda no País participaram de caminhada nas ruas do centro de São Paulo em prol das candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (Presidência), Aloizio Mercadante (governo estadual) e Eduardo Suplicy (Senado). A ausência ficou por conta do presidente Lula, que lançará oficialmente a sua candidatura à reeleição na próxima quinta-feira, em São Bernardo.

Os petistas se aglutinaram na praça Ramos, em frente ao Teatro Municipal, desde às 11h. De lá, partiram rumo à Praça da Sé em evento denominado Caminhada Rumo à Vitória. “Aqui (Praça da Sé) começou a luta contra a ditadura e pelas Diretas”, justificou Mercadante, em um palco improvisado em frente à Catedral da Sé. “Não podemos sair mais das ruas. Agora, a militância terá voz e vez. Não vamos ganhar esta eleição com material ou com jornal (ajuda da imprensa), mas sim com a nossa consciência e história política.”

Na primeira oportunidade que teve, o petista não perdeu a chance de explorar a fama de mal-humorado de José Serra (PSDB), seu principal concorrente rumo ao Palácio dos Bandeirantes. “Enquanto um fica com a cara de rabugento, reclamando de tudo, nós estamos com toda essa alegria.”

Mercadante voltou a criticar o não-cumprimento da promessa feita por Serra de permanecer à frente da Prefeitura de São Paulo se fosse eleito. “O único projeto dele é o pessoal, de poder. A cidade não representa nada para ele, só um trampolim”, avaliou o petista. “Ele pode até enganar o povo uma vez, mas não conseguirá fazê-lo novamente. Vamos dar a resposta nas urnas.”

Além de Mercadante, Suplicy, Ricardo Berzoini (deputado federal e presidente nacional do PT) e Nádia Campeão (PCdoB), vice na chapa estadual, discursaram contra a política do PSDB – no comando do Estado desde 1995. O principal alvo das críticas foi a Segurança Pública. “Não vamos mais aceitar essa situação”, garantiu Mercadante.

Já Berzoini mostrou-se preocupado no caso de uma possível vitória tucana. “Não podemos ter um governador que nos próximos quatro anos ficará pensando como fazer oposição ao Lula. O governo federal precisa de um parceiro.”

Críticas – O candidato petista ao governo do Estado reafirmou seu compromisso com a Educação. Não deixou de reclamar da progressão continuada – sistema implementado pelo governo tucano em que o aluno passa de ano mesmo não atingindo a média necessária. “Eles (PSDB) não sabem o que é não poder estudar. A política educacional do tucanato foi medíocre”, avaliou.

Como contraponto, Mercadante fez referências a programas do PT, como o Bolsa-Família, que, segundo ele, consegue manter os jovens nas escolas. “Lugar de criança é na escola, e lugar de tucano é fora do Palácio dos Bandeirantes.”

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;