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Brasil carinhoso

Ainda não estudei a fundo o novo programa do governo...


Carlos Ferrari

16/05/2012 | 00:00


Ainda não estudei a fundo o novo programa do governo voltado a promover ações a partir das diferentes políticas públicas para proteger crianças de zero a 6 anos, que fazem parte de famílias extremamente pobres.

Isso, portanto, não me permite fazer uma análise crítica da proposta, mas por outro lado, me garante a chance de conversar com vocês sobre algo que entendo ser precioso para nossa sociedade atual e principalmente para o futuro deste País.

Refiro-me à postura respeitosa e melhor, pró-ativa que, a cada dia, mais brasileiros têm adotado com nossas crianças. Essa nova forma de conduta social, eleita como correta pela maioria dos que vivem em nosso País, traduz de maneira prática um amadurecimento de toda a população, quanto ao entendimento de se assegurar direitos, inclusive aos mais vulneráveis.

Objetivamente dizendo, já não se vê com tanta frequência pessoas defendendo e dizendo que compreende como normal o trabalho infantil. Também já podemos com tranquilidade discutir novas maneiras de educar, sem ser necessariamente apenas pela lógica da palmada, mesmo sabendo ser esse o método em determinados casos, doloroso para os pais e necessário para os filhos.

Brincar, estudar, conviver, se alimentar com qualidade e ter acesso às políticas de Saúde, Esportes e Cultura, são condições indispensáveis e inquestionáveis em nossa atual sociedade, para um desenvolvimento de um futuro cidadão com bases sólidas e comprometido com o país em que cresceu. Quando assisti a fala da presidente Dilma domingo, pensei de imediato que precisava escrever, e que melhor do que falar do conteúdo do programa seria provocar em cada um dos que me acompanham a vontade de se descutir como temos nos ressignificado como nação.

Para minha alegria, antes de começar escrever este texto, li que o governador Geraldo Alckimin anunciou no dia 14 o Programa Amigo do Idoso. São mais de R$ 120 milhões investidos pelo Estado de São Paulo por meio de diferentes Pastas, na perspectiva de ofertar um conjunto de proteções a essa camada de nossa sociedade.

Cuidar da criança, do idoso, das pessoas na condição de extrema pobreza, cada vez mais tem deixado de ser um argumento de discursos de ocasião, para compor uma agenda política suprapartidária.

A nós, penso que cabe agora reforçar por meio de ações simples, as grandes iniciativas tomadas pelo Estado, e tão esperada por todos aqueles que sempre lutaram por uma sociedade mais justa. É o momento de fazer, ou seja, reconhecer a partir de nossos lugares e ações, crianças, idosos, mulheres e tantos outros que compõem em tese uma pseudominoria, como sendo a maioria absoluta, que sai de uma condição de subalternidade para assumir o papel de protagonista na construção de uma sociedade que de fato promova a equiparação de oportunidades.



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