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Diregentes supervalorizam os ‘menudos’ do São Paulo


Do Diário do Grande ABC
Com Agências

15/03/2001 | 00:24


Os dirigentes do São Paulo constatam que valeu a pena investir nas categorias de base do clube. Afinal, segundo eles, as revelações do time estão supervalorizadas. Os preços dos passes de Kaká e Júlio Batista passaram de R$ 910 mil para R$ 7,8 milhões, em caso de venda para o mercado interno. Custariam R$ 15,6 milhões para o exterior. Este é o resultado das prorrogações de contratos acertadas pela diretoria do clube com os atletas na semana passada, segundo a legislação vigente.

Até a conquista do Torneio Rio-São Paulo, os ex-juniores ganhavam R$ 700 mensais. Depois do título interestadual, passaram a receber R$ 6 mil. O valor do passe é calculado de acordo com o salário do jogador, multiplicando-se os vencimentos mensais por 13 (12 meses mais o 13º salário) e, depois, por 100. No caso de negociação para a uma equipe do exterior, dobra-se a importância, multiplicando-se por 200. Os clubes, porém, estão reivindicando que esse número chegue a 400.

O diretor de futebol do São Paulo, José Dias, ficou irritado ao saber ontem que o supervisor José Teixeira permitiu que o empresário turco Bayram Tutumlu e dois técnicos do país acompanhassem o treino do time. “Dei uma dura no Teixeira”, revelou o dirigente. “Não quero empresário nenhum aqui fazendo a cabeça dos jogadores e tumultuando o ambiente. Quem tiver proposta que vá ao Morumbi falar com o presidente”, avisou.

A rejeição aos empresários no Centro de Treinamento não significa que o São Paulo esteja avesso aos negócios. Ao contrário. A diretoria calcula que o clube fechará o balanço do ano com um déficit de pelo menos R$ 15 milhões. Por isso, há interesse em vender passes para equilibrar as contas. No ano passado, o Tricolor vendeu 11 jogadores para cobrir um rombo de R$ 48 milhões. Arrecadou US$ 33 milhões.

Enquanto isso, o técnico Vadão ainda não definiu o time que enfrenta a Portuguesa Santista, sábado, em Santos, pelo Paulistão.



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Diregentes supervalorizam os ‘menudos’ do São Paulo

Do Diário do Grande ABC
Com Agências

15/03/2001 | 00:24


Os dirigentes do São Paulo constatam que valeu a pena investir nas categorias de base do clube. Afinal, segundo eles, as revelações do time estão supervalorizadas. Os preços dos passes de Kaká e Júlio Batista passaram de R$ 910 mil para R$ 7,8 milhões, em caso de venda para o mercado interno. Custariam R$ 15,6 milhões para o exterior. Este é o resultado das prorrogações de contratos acertadas pela diretoria do clube com os atletas na semana passada, segundo a legislação vigente.

Até a conquista do Torneio Rio-São Paulo, os ex-juniores ganhavam R$ 700 mensais. Depois do título interestadual, passaram a receber R$ 6 mil. O valor do passe é calculado de acordo com o salário do jogador, multiplicando-se os vencimentos mensais por 13 (12 meses mais o 13º salário) e, depois, por 100. No caso de negociação para a uma equipe do exterior, dobra-se a importância, multiplicando-se por 200. Os clubes, porém, estão reivindicando que esse número chegue a 400.

O diretor de futebol do São Paulo, José Dias, ficou irritado ao saber ontem que o supervisor José Teixeira permitiu que o empresário turco Bayram Tutumlu e dois técnicos do país acompanhassem o treino do time. “Dei uma dura no Teixeira”, revelou o dirigente. “Não quero empresário nenhum aqui fazendo a cabeça dos jogadores e tumultuando o ambiente. Quem tiver proposta que vá ao Morumbi falar com o presidente”, avisou.

A rejeição aos empresários no Centro de Treinamento não significa que o São Paulo esteja avesso aos negócios. Ao contrário. A diretoria calcula que o clube fechará o balanço do ano com um déficit de pelo menos R$ 15 milhões. Por isso, há interesse em vender passes para equilibrar as contas. No ano passado, o Tricolor vendeu 11 jogadores para cobrir um rombo de R$ 48 milhões. Arrecadou US$ 33 milhões.

Enquanto isso, o técnico Vadão ainda não definiu o time que enfrenta a Portuguesa Santista, sábado, em Santos, pelo Paulistão.

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