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Teatro em tom tragicômico


Roseane Castilho
Especial para o Diário

07/12/2007 | 07:04


Dois espetáculos teatrais tragicômicos podem ser conferidos no Sesc Santo André, neste fim de semana.

Chorinho é inspirado na vida cotidiana e apresenta personagens também comuns. Depois de lotar o teatro do Espaço Parlapatões, em setembro e outubro deste ano, o texto de Fauzi Arap chega à cidade neste sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

No palco, dois atores e um banco de praça. Uma estrutura que fica entre Dois Perdidos numa Noite Suja, de Plínio Marcos, e Zoo Story, de Edward Albee.

É neste cenário que acontece o encontro de dois personagens bem diferentes: um jovem morador de rua, interpretado por Caio Blat, e uma aposentada solteirona, vivida por Claudia Mello.

A solidão, a ausência de espaços de lazer, a violência e a desigualdade são temas abordados nos diálogos.

A direção da peça é dividida entre Arap e Marcos Loureiro. Ambos com uma linha em comum: a simplicidade. “Nós deixamos que as características do texto e dos atores fiquem em primeiro plano”, afirma Loureiro.

Internacional - Imagine ver Dom Quixote de saias e nariz de palhaço. Pois é essa a essência da personagem clownesca Jeanne D’Arc, criada pela atriz suíça Gardi Hutter para a peça Joana D’ArPpo. O espetáculo terá única apresentação nesta sexta-feira, às 21h.

O palco é transformado em uma lavanderia e, ao mesmo tempo, em um campo de batalhas. Como Dom Quixote de la Mancha no texto de Miguel de Cervantes, a personagem quer fugir da realidade e imagina-se como uma grande heroína.

A peça foi montada em 1981, mas continua atual. “É uma história tragicômica, ao gênero Charlie Chaplin, sobre uma lavadeira rude, mas de bom coração; pobre, mas feliz. Ela serve de metáfora para as mulheres que trabalham todos os dias”, disse a atriz em entrevista para a Agência Lusa.

O espetáculo foi sucesso de público e crítica no Festival Internacional de Palhaçadas de Andorra, na Espanha, em abril de 2005, onde obteve mais de 10 minutos de aplausos ininterruptos. (Supervisão de Melina Dias)



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Teatro em tom tragicômico

Roseane Castilho
Especial para o Diário

07/12/2007 | 07:04


Dois espetáculos teatrais tragicômicos podem ser conferidos no Sesc Santo André, neste fim de semana.

Chorinho é inspirado na vida cotidiana e apresenta personagens também comuns. Depois de lotar o teatro do Espaço Parlapatões, em setembro e outubro deste ano, o texto de Fauzi Arap chega à cidade neste sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

No palco, dois atores e um banco de praça. Uma estrutura que fica entre Dois Perdidos numa Noite Suja, de Plínio Marcos, e Zoo Story, de Edward Albee.

É neste cenário que acontece o encontro de dois personagens bem diferentes: um jovem morador de rua, interpretado por Caio Blat, e uma aposentada solteirona, vivida por Claudia Mello.

A solidão, a ausência de espaços de lazer, a violência e a desigualdade são temas abordados nos diálogos.

A direção da peça é dividida entre Arap e Marcos Loureiro. Ambos com uma linha em comum: a simplicidade. “Nós deixamos que as características do texto e dos atores fiquem em primeiro plano”, afirma Loureiro.

Internacional - Imagine ver Dom Quixote de saias e nariz de palhaço. Pois é essa a essência da personagem clownesca Jeanne D’Arc, criada pela atriz suíça Gardi Hutter para a peça Joana D’ArPpo. O espetáculo terá única apresentação nesta sexta-feira, às 21h.

O palco é transformado em uma lavanderia e, ao mesmo tempo, em um campo de batalhas. Como Dom Quixote de la Mancha no texto de Miguel de Cervantes, a personagem quer fugir da realidade e imagina-se como uma grande heroína.

A peça foi montada em 1981, mas continua atual. “É uma história tragicômica, ao gênero Charlie Chaplin, sobre uma lavadeira rude, mas de bom coração; pobre, mas feliz. Ela serve de metáfora para as mulheres que trabalham todos os dias”, disse a atriz em entrevista para a Agência Lusa.

O espetáculo foi sucesso de público e crítica no Festival Internacional de Palhaçadas de Andorra, na Espanha, em abril de 2005, onde obteve mais de 10 minutos de aplausos ininterruptos. (Supervisão de Melina Dias)

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