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Eleição pulveriza blocos em Sto.André


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

25/04/2016 | 07:00


Com a proximidade da eleição municipal de outubro, o posicionamento das bancadas partidárias na Câmara de Santo André ficou pulverizado, dividindo-se entre os projetos lançados à sucessão do prefeito Carlos Grana (PT). O afunilamento das pré-candidaturas ao Paço praticamente consolidou os apoios políticos para o pleito, principalmente após o término do período da janela partidária. Apesar de conter maioria neste sentido, com sete integrantes na Casa (um terço do total) que darão suporte na disputa, o chefe do Executivo viu minguarem adesões estimadas dentro do Legislativo. Além dos vereadores petistas (são cinco), somente Tonho Lagoa (PMB) e José de Araújo (PSD) continuaram na órbita governista pela reeleição majoritária.

Este cenário representa que apenas Araújo agregou à empreitada do PT caso seja considerado o páreo de 2012. Isso porque Tonho, então pelo PRP – também à época da vice-prefeita Oswana Fameli –, foi eleito na coligação de Grana. O panorama, até agora, não tem influenciado diretamente na governabilidade, o que poderia provocar derrotas em plenário, mas demonstra distanciamento com a proposta firmada pela atual administração. Os demais aliados na Câmara se dispersaram diante das negociações eleitorais.

Ex-vereador, o pré-candidato a prefeito Paulinho Serra (PSDB) aparece na sequência e contabiliza hoje quatro apoios no Legislativo: Luiz Zacarias, indicado como número dois na chapa, Edson Sardano e Marcos Pinchiari, trio do PTB, além de Donizeti Pereira (PV).

O ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) possui, atualmente, três nomes ao seu lado: os correligionários Almir Cicote e Sargento Juliano, e o parlamentar recém-ingresso no PMN Toninho de Jesus. A quantidade é bem diferente daquela que estava com o socialista há quatro anos, quando ele concorreu ao cargo para renovar seu mandato. Nove postulantes à cadeira na Casa, que compunham seu arco de alianças, tiveram sucesso nas urnas. Deste volume, quatro eram inclusive do PTB, então legenda de Aidan, da qual ele se afastou para disputar, sem êxito, posto de deputado federal em 2014. Os outros cinco faziam parte do PSB, PTdoB e DEM – Toninho era filiado à última sigla, mas mudou ao SD, voltou para o partido, terminando no PMN.

A adesão de três vozes também pode ser atribuída ao vereador e pré-candidato a prefeito Ailton Lima (SD). Oposição ao governo, ele próprio ocupa uma das cadeiras na Câmara, tendo na retaguarda Sargento Lobo e Elian Santana, ambos também do SD. Outro parlamentar que busca voos mais altos, Roberto Rautenberg (PRB) conta com duas vagas na Casa, sendo uma a dele próprio e a do presidente do Legislativo, bispo Ronaldo de Castro, seu correligionário. Encerrando a contagem dos 21 detentores de cargo eletivo, dois postulantes ao Paço, os advogados Raimundo Salles (PPS) e Fabio Picarelli (DEM) têm um representante cada: Carlos Ferreira (PPS) e Evilásio Santana, o Bahia (DEM), respectivamente.



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Eleição pulveriza blocos em Sto.André

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

25/04/2016 | 07:00


Com a proximidade da eleição municipal de outubro, o posicionamento das bancadas partidárias na Câmara de Santo André ficou pulverizado, dividindo-se entre os projetos lançados à sucessão do prefeito Carlos Grana (PT). O afunilamento das pré-candidaturas ao Paço praticamente consolidou os apoios políticos para o pleito, principalmente após o término do período da janela partidária. Apesar de conter maioria neste sentido, com sete integrantes na Casa (um terço do total) que darão suporte na disputa, o chefe do Executivo viu minguarem adesões estimadas dentro do Legislativo. Além dos vereadores petistas (são cinco), somente Tonho Lagoa (PMB) e José de Araújo (PSD) continuaram na órbita governista pela reeleição majoritária.

Este cenário representa que apenas Araújo agregou à empreitada do PT caso seja considerado o páreo de 2012. Isso porque Tonho, então pelo PRP – também à época da vice-prefeita Oswana Fameli –, foi eleito na coligação de Grana. O panorama, até agora, não tem influenciado diretamente na governabilidade, o que poderia provocar derrotas em plenário, mas demonstra distanciamento com a proposta firmada pela atual administração. Os demais aliados na Câmara se dispersaram diante das negociações eleitorais.

Ex-vereador, o pré-candidato a prefeito Paulinho Serra (PSDB) aparece na sequência e contabiliza hoje quatro apoios no Legislativo: Luiz Zacarias, indicado como número dois na chapa, Edson Sardano e Marcos Pinchiari, trio do PTB, além de Donizeti Pereira (PV).

O ex-prefeito Aidan Ravin (PSB) possui, atualmente, três nomes ao seu lado: os correligionários Almir Cicote e Sargento Juliano, e o parlamentar recém-ingresso no PMN Toninho de Jesus. A quantidade é bem diferente daquela que estava com o socialista há quatro anos, quando ele concorreu ao cargo para renovar seu mandato. Nove postulantes à cadeira na Casa, que compunham seu arco de alianças, tiveram sucesso nas urnas. Deste volume, quatro eram inclusive do PTB, então legenda de Aidan, da qual ele se afastou para disputar, sem êxito, posto de deputado federal em 2014. Os outros cinco faziam parte do PSB, PTdoB e DEM – Toninho era filiado à última sigla, mas mudou ao SD, voltou para o partido, terminando no PMN.

A adesão de três vozes também pode ser atribuída ao vereador e pré-candidato a prefeito Ailton Lima (SD). Oposição ao governo, ele próprio ocupa uma das cadeiras na Câmara, tendo na retaguarda Sargento Lobo e Elian Santana, ambos também do SD. Outro parlamentar que busca voos mais altos, Roberto Rautenberg (PRB) conta com duas vagas na Casa, sendo uma a dele próprio e a do presidente do Legislativo, bispo Ronaldo de Castro, seu correligionário. Encerrando a contagem dos 21 detentores de cargo eletivo, dois postulantes ao Paço, os advogados Raimundo Salles (PPS) e Fabio Picarelli (DEM) têm um representante cada: Carlos Ferreira (PPS) e Evilásio Santana, o Bahia (DEM), respectivamente.

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