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Prefeitos culpam crise econômica

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com oposição na liderança, chefes de Executivo
relatam dificuldades com a ausência de recursos


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/12/2015 | 07:00


Atrás da oposição na nova rodada do cenário eleitoral medido pelo DGABC Pesquisas, publicada ontem pelo Diário, prefeitos que buscarão a reeleição em 2016 avaliaram que os números negativos são reflexo direto da crise econômica, mas vislumbram que atuais índices dão força ao pleito.

Em Santo André, Carlos Grana (PT) foi citado por 14,8%, atrás do ex-prefeito Aidan Ravin (PSB). O petista afirmou que viu o desempenho com “otimismo”. “Houve grande pancadaria contra o governo federal e o meu partido (PT). Diante de tudo isso, fiquei estável, o que é bom. No ano que vem temos condições de melhorar.”

Prefeito em São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB) culpou a crise econômica nacional. “Tivemos dificuldade de investimento que gostaríamos por conta do cenário caótico que encontrei a Prefeitura aliado ao problema financeiro do Brasil. Fizemos gestão responsável para termos condições de construir futuro sólido. Lideranças já reconhecem essa preocupação e declaram apoio”, disse Pinheiro, ainda atrás do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB).

Lauro Michels (PV), de Diadema, vê o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT) na liderança, embora tenha melhorado seus números – a disputa está 31,8% contra 23,3% para o petista. “Tenho de trabalhar. Foi bom sinal. Cresci, mas tenho de trabalhar mais”, sintetizou.

Donisete Braga (PT), segundo lugar atrás de Atila Jacomussi (PCdoB) no cenário em Mauá, comentou que, além do desgaste da política no geral, o prefeito tem sofrido com problemas financeiros do País. “Há dificuldade terrível. Mas acho que muita água vai passar por debaixo da ponte. Tenho trabalhado para colocar as finanças em ordem, enquanto outros que assumiram mandato falam, prometem e nada fazem pela cidade.”

A despeito de figurar na última colocação, o prefeito de Ribeirão Pires, Saulo Benevides (PMDB), ressaltou alta – saiu de 9,3% para 9,5%. “Avaliando os três últimos levantamentos, somos o único grupo que manteve o crescimento. Quem tem de se preocupar são nossos adversários. Eles têm problemas judiciais, são enquadrados como fichas sujas por terem contas reprovadas por mau uso do dinheiro público.”

Na busca da reeleição em Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB) foi outro a reclamar da situação financeira do Brasil. O DGABC Pesquisas mostrou o tucano atrás de Claudinho da Geladeira (PT). “Tenho uma obra de Mobilidade parada por falta de repasse. Pior do que não ter obra é ter obra parada. O reflexo é direto.”

Único com responsabilidade de representar um governo na eleição em 2016 no Grande ABC, Tarcisio Secoli (PT), secretário de Serviços Urbanos e Coordenação Governamental em São Bernardo, não foi localizado pela equipe do Diário. O indicado pelo prefeito Luiz Marinho (PT) ainda é figurante na corrida eleitoral, vendo de longe o deputado federal Alex Manente (PPS, 40,5%) e o deputado estadual Orlando Morando (PSDB, 21,5%).



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Prefeitos culpam crise econômica

Com oposição na liderança, chefes de Executivo
relatam dificuldades com a ausência de recursos

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

21/12/2015 | 07:00


Atrás da oposição na nova rodada do cenário eleitoral medido pelo DGABC Pesquisas, publicada ontem pelo Diário, prefeitos que buscarão a reeleição em 2016 avaliaram que os números negativos são reflexo direto da crise econômica, mas vislumbram que atuais índices dão força ao pleito.

Em Santo André, Carlos Grana (PT) foi citado por 14,8%, atrás do ex-prefeito Aidan Ravin (PSB). O petista afirmou que viu o desempenho com “otimismo”. “Houve grande pancadaria contra o governo federal e o meu partido (PT). Diante de tudo isso, fiquei estável, o que é bom. No ano que vem temos condições de melhorar.”

Prefeito em São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB) culpou a crise econômica nacional. “Tivemos dificuldade de investimento que gostaríamos por conta do cenário caótico que encontrei a Prefeitura aliado ao problema financeiro do Brasil. Fizemos gestão responsável para termos condições de construir futuro sólido. Lideranças já reconhecem essa preocupação e declaram apoio”, disse Pinheiro, ainda atrás do ex-prefeito José Auricchio Júnior (PSDB).

Lauro Michels (PV), de Diadema, vê o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT) na liderança, embora tenha melhorado seus números – a disputa está 31,8% contra 23,3% para o petista. “Tenho de trabalhar. Foi bom sinal. Cresci, mas tenho de trabalhar mais”, sintetizou.

Donisete Braga (PT), segundo lugar atrás de Atila Jacomussi (PCdoB) no cenário em Mauá, comentou que, além do desgaste da política no geral, o prefeito tem sofrido com problemas financeiros do País. “Há dificuldade terrível. Mas acho que muita água vai passar por debaixo da ponte. Tenho trabalhado para colocar as finanças em ordem, enquanto outros que assumiram mandato falam, prometem e nada fazem pela cidade.”

A despeito de figurar na última colocação, o prefeito de Ribeirão Pires, Saulo Benevides (PMDB), ressaltou alta – saiu de 9,3% para 9,5%. “Avaliando os três últimos levantamentos, somos o único grupo que manteve o crescimento. Quem tem de se preocupar são nossos adversários. Eles têm problemas judiciais, são enquadrados como fichas sujas por terem contas reprovadas por mau uso do dinheiro público.”

Na busca da reeleição em Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (PSDB) foi outro a reclamar da situação financeira do Brasil. O DGABC Pesquisas mostrou o tucano atrás de Claudinho da Geladeira (PT). “Tenho uma obra de Mobilidade parada por falta de repasse. Pior do que não ter obra é ter obra parada. O reflexo é direto.”

Único com responsabilidade de representar um governo na eleição em 2016 no Grande ABC, Tarcisio Secoli (PT), secretário de Serviços Urbanos e Coordenação Governamental em São Bernardo, não foi localizado pela equipe do Diário. O indicado pelo prefeito Luiz Marinho (PT) ainda é figurante na corrida eleitoral, vendo de longe o deputado federal Alex Manente (PPS, 40,5%) e o deputado estadual Orlando Morando (PSDB, 21,5%).

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