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Aumento da renda impulsiona pirataria



01/12/2010 | 07:00


O aumento do rendimento e a consequente elevação do consumo das classes de renda mais baixa nos últimos cinco anos impulsionou também as compras de produtos piratas. Pesquisa da Fecomercio-RJ mostra que mais de 70 milhões de pessoas consomem esses produtos no País e a penetração, que atinge também as classes mais elevadas, tem crescido sobretudo nas camadas de renda mais reduzida.

Enquanto em 2006 a pesquisa mostrava que 42% dos entrevistados compraram alguma mercadoria falsificada, em 2010 esse percentual foi de 48%. "Há alguns anos consideramos a pirataria como uma epidemia que vem se espalhando por esse Estado e pelo País", disse o presidente da Fecomercio-RJ, Orlando Diniz. Segundo ele, este mercado irregular ganhou mais 14 milhões de consumidores em cinco anos.

Os artigos preferidos são CDs, adquiridos por 79% dos entrevistados, e DVDs (77%). "O aumento do poder aquisitivo das classes de renda mais baixa favoreceu o aumento de consumo de produtos formais, mas também informais", explica o economista da Fecomercio-RJ, João Gomes. Mais de 80% dos consumidores de todas as classes de renda apontaram o preço como principal motivo para aquisição de piratas. Nas classes A e B, 89% citaram esse fator e, nas classes D e E, 98%.

A pesquisa mostrou ainda que a fatia de consumidores do segmento AB que consomem produtos piratas caiu nos últimos cinco anos, mas permanece elevada. Enquanto há cinco anos 53% dos consumidores de alta renda consumiam piratas, em 2010 o percentual foi de 47%. Nas demais classes de renda, houve aumento no percentual de consumidores que compram produtos piratas entre 2006 e 2010, passando de 49% para 53% na classe C e de 32% para 39% na classe E.



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Aumento da renda impulsiona pirataria


01/12/2010 | 07:00


O aumento do rendimento e a consequente elevação do consumo das classes de renda mais baixa nos últimos cinco anos impulsionou também as compras de produtos piratas. Pesquisa da Fecomercio-RJ mostra que mais de 70 milhões de pessoas consomem esses produtos no País e a penetração, que atinge também as classes mais elevadas, tem crescido sobretudo nas camadas de renda mais reduzida.

Enquanto em 2006 a pesquisa mostrava que 42% dos entrevistados compraram alguma mercadoria falsificada, em 2010 esse percentual foi de 48%. "Há alguns anos consideramos a pirataria como uma epidemia que vem se espalhando por esse Estado e pelo País", disse o presidente da Fecomercio-RJ, Orlando Diniz. Segundo ele, este mercado irregular ganhou mais 14 milhões de consumidores em cinco anos.

Os artigos preferidos são CDs, adquiridos por 79% dos entrevistados, e DVDs (77%). "O aumento do poder aquisitivo das classes de renda mais baixa favoreceu o aumento de consumo de produtos formais, mas também informais", explica o economista da Fecomercio-RJ, João Gomes. Mais de 80% dos consumidores de todas as classes de renda apontaram o preço como principal motivo para aquisição de piratas. Nas classes A e B, 89% citaram esse fator e, nas classes D e E, 98%.

A pesquisa mostrou ainda que a fatia de consumidores do segmento AB que consomem produtos piratas caiu nos últimos cinco anos, mas permanece elevada. Enquanto há cinco anos 53% dos consumidores de alta renda consumiam piratas, em 2010 o percentual foi de 47%. Nas demais classes de renda, houve aumento no percentual de consumidores que compram produtos piratas entre 2006 e 2010, passando de 49% para 53% na classe C e de 32% para 39% na classe E.

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