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Serviços de instituições financeiras lideram queixas



21/09/2010 | 07:14


Os serviços prestados por instituições que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários foram o principal motivo (35,73%) de queixas prestadas no primeiro semestre deste ano, segundo boletim da à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Segundo o relatório, as reclamações abrangem problemas decorrentes do funcionamento de sistemas de homebroker (onde o investidor manipula suas ações pela internet) e falhas na execução de ordens, havendo casos em que se aponta a realização de operações sem o conhecimento do investidor.

As reclamações de fundos de investimento responderam por 15,17% do total. As dificuldades em obter informações sobre posição acionária e a demora na transferência de ações, 7,46%. Das 28.932 demandas recebidas (consultas, reclamações e denúncias), foi aberto processo em 457 casos.

O boletim lista a TOV Corretora em primeiro lugar no ranking de instituições com maior número de reclamações que geraram processos, com 36 casos no semestre, o equivalente a 9,25% do total. Entre 2008 e 2009, a corretora havia respondido por 3% do total de reclamações, com 69 processos.

Em nota, a TOV afirmou que o aumento das reclamações se explica pelo número de clientes. "A TOV Corretora, sendo a instituição que mais cresceu em 2008 com a sua política de oferecer o melhor custo x benefício. Portanto, o número de 36 reclamações em seis meses não representa a qualidade de nossos serviços, avaliado como bom ou muito bom por 83% dos nossos investidores".

A corretora foi seguida pelos conglomerados do Banco do Brasil (33 casos), Bradesco (29), Itaú Unibanco (19), Santander (16), Senso Corretora (13), Ágora (12), UM Investimentos (10), BNY Mellon (9) e Banif (9).

A CVM destaca que os números não refletem a opinião da autarquia sobre a procedência de cada demanda nem a qualidade dos serviços prestados pelos participantes de mercado.



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Serviços de instituições financeiras lideram queixas


21/09/2010 | 07:14


Os serviços prestados por instituições que integram o sistema de distribuição de valores mobiliários foram o principal motivo (35,73%) de queixas prestadas no primeiro semestre deste ano, segundo boletim da à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Segundo o relatório, as reclamações abrangem problemas decorrentes do funcionamento de sistemas de homebroker (onde o investidor manipula suas ações pela internet) e falhas na execução de ordens, havendo casos em que se aponta a realização de operações sem o conhecimento do investidor.

As reclamações de fundos de investimento responderam por 15,17% do total. As dificuldades em obter informações sobre posição acionária e a demora na transferência de ações, 7,46%. Das 28.932 demandas recebidas (consultas, reclamações e denúncias), foi aberto processo em 457 casos.

O boletim lista a TOV Corretora em primeiro lugar no ranking de instituições com maior número de reclamações que geraram processos, com 36 casos no semestre, o equivalente a 9,25% do total. Entre 2008 e 2009, a corretora havia respondido por 3% do total de reclamações, com 69 processos.

Em nota, a TOV afirmou que o aumento das reclamações se explica pelo número de clientes. "A TOV Corretora, sendo a instituição que mais cresceu em 2008 com a sua política de oferecer o melhor custo x benefício. Portanto, o número de 36 reclamações em seis meses não representa a qualidade de nossos serviços, avaliado como bom ou muito bom por 83% dos nossos investidores".

A corretora foi seguida pelos conglomerados do Banco do Brasil (33 casos), Bradesco (29), Itaú Unibanco (19), Santander (16), Senso Corretora (13), Ágora (12), UM Investimentos (10), BNY Mellon (9) e Banif (9).

A CVM destaca que os números não refletem a opinião da autarquia sobre a procedência de cada demanda nem a qualidade dos serviços prestados pelos participantes de mercado.

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