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Representação contra Roseana Sarney é arquivada


Do Diário OnLine
Com Agências

11/11/2005 | 11:09


A representação apresentada contra a senadora Roseana Sarney (PFL/MA) pelo deputado estadual Aderson Lago Filho (PSDB/MA) foi arquivada nesta sexta-feira. A decisão foi tomada pelo ministro Marco Aurélio, na petição em que se apurava suposta prática de crimes contra a administração pública e atos de improbidade administrativa pela parlamentar.

O ministro Marco Aurélio afirmou que o Ministério Público Federal entendeu não ter ocorrido uso indevido de verbas por programas culturais para a promoção pessoal, o que afastaria a prática de ato de improbidade administrativa.

O relator ressaltou, ainda, que o MPF sustentou que a nova notícia de crime de campanha eleitoral antecipada pelo fato de visitação à chamada ‘Região Tocantina’, situada no interior do Estado do Maranhão pela senadora e outros senadores, não teria evidências mínimas a ensejar a conclusão de promoção pessoal.

Marco Aurélio acolheu a manifestação do MPF, entendendo que "o pronunciamento do titular da ação penal é irrefutável", e determinou o arquivamento da petição.



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Representação contra Roseana Sarney é arquivada

Do Diário OnLine
Com Agências

11/11/2005 | 11:09


A representação apresentada contra a senadora Roseana Sarney (PFL/MA) pelo deputado estadual Aderson Lago Filho (PSDB/MA) foi arquivada nesta sexta-feira. A decisão foi tomada pelo ministro Marco Aurélio, na petição em que se apurava suposta prática de crimes contra a administração pública e atos de improbidade administrativa pela parlamentar.

O ministro Marco Aurélio afirmou que o Ministério Público Federal entendeu não ter ocorrido uso indevido de verbas por programas culturais para a promoção pessoal, o que afastaria a prática de ato de improbidade administrativa.

O relator ressaltou, ainda, que o MPF sustentou que a nova notícia de crime de campanha eleitoral antecipada pelo fato de visitação à chamada ‘Região Tocantina’, situada no interior do Estado do Maranhão pela senadora e outros senadores, não teria evidências mínimas a ensejar a conclusão de promoção pessoal.

Marco Aurélio acolheu a manifestação do MPF, entendendo que "o pronunciamento do titular da ação penal é irrefutável", e determinou o arquivamento da petição.

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