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Bruno César vira artilheiro e já pede a Seleção Brasileira


Nelson Cilo
Com Agências

17/08/2010 | 07:09


Nem o tropeço do Corinthians contra o Avaí (3 a 2, domingo, na Ressacada) ofuscou a estrela de Bruno César, que marcou os gols do Alvinegro e saiu do estádio muito elogiado pela Fiel. Agora, o ex-meia do Santo André chegou a oito como artilheiro do Brasileirão - detalhe suficiente para que ele se oferecesse à nova Seleção Brasileira de Mano Menezes. "Dou o melhor de mim. Faço a minha parte sem perder a humildade. Estou feliz aqui. Se o Mano precisar de mim, é só me chamar. É o sonho de todo mundo. Quem é que não gostaria?", disse.

Então, perguntaram se Bruno César se daria bem no esquema em que nele também estivesse Paulo Henrique Ganso. "Não veria nenhum problema para me adaptar. Seria até mais fácil Tenho facilidade na hora de me deslocar pela direita."

A pretexto do placar desfavorável, o lateral-esquerdo Roberto Carlos aproveitou para lançar alerta aos companheiros. Segundo ele, o Corinthians não sair do foco nas próximas rodadas. "Perder ou empatar é algo normal. Só não podemos perder a calma e a motivação. Tentamos a reação, mas as coisas deram certo para eles", analisou o jogador, substituído no segundo tempo pelo armador Danilo. "Isso é normal no futebol. Não tenho do que reclamar", aliviou.

O atacante Jorge Henrique usou a página que mantém no twitter para criticar o árbitro Perícles Bassols na mais recente derrota alvinegra. " Nunca vi colocarem um carioca no jogo que iria valer a liderança do campeonato. É muito to engraçado", escreveu (e logo apagou) o baixinho, sem disfarçar a ironia, ao se referir ao duelo direto entre Timão e Fluminense para ocupar a ponta da tabela.

Enquanto isso, o centroavante argentino Ezequiel Miralles, destaque do Colo Colo na Libertadores, afirmou que daria grande passo na carreira se defendesse o Corinthians. Adílson Batista o vê como prioridade. Os brasileiros teriam oferecido US$ 1,3 milhão (cerca de R$ 3,5 milhões) para comprar 50% dos direitos do craque. Os chilenos teriam exigido US$3,2 milhões (cerca de R$ 8 milhões).



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