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Marina Silva defende cartão corporativo



30/05/2010 | 07:00


Motivo de polêmica envolvendo gastos irregulares de ministros de Estado, dois anos atrás, o cartão corporativo do governo federal estaria a salvo em um eventual governo da pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva. Foi o que a ex-ministra garantiu ontem em São Paulo.

"As pessoas me perguntam se vou acabar com o cartão corporativo. Não vou", declarou a pré-candidata, em palestra para professores, alunos e lideranças das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), no Teatro Tuca, da PUC (Pontifícia Universidade Católica).

Para Marina, a má utilização de uma ferramenta não justifica sua eliminação. O necessário nos casos que envolvem o manuseio e gastos dos recursos públicos é transparência. "Temos de fazer do cartão corporativo uma espécie de Big Brother para que toda a sociedade possa fiscalizar", disse a pré-candidata do PV, numa analogia com o reality show da TV Globo.

"O que é uma tapioca? Na minha terra o que mais tem é tapioca e eu dou umas tapiocas de graça", disse em alusão ao ministro dos Esportes do governo Lula, Orlando Silva, provocando risos na plateia. Em depoimento à CPI dos Cartões Corporativos, em 8 de abril de 2008, o ministro disse que o uso do cartão do governo para pagar a tapioca de R$ 8,30 foi por "engano".

Reforma - A ex-ministra do Meio Ambiente voltou a defender as reformas política e tributária. No caso da política, pediu uma "oxigenação". Esse processo, entre outras coisas, explicou Marina, consiste na abertura para que as pessoas possam apresentar suas candidaturas sem ter de estar filiadas a um partido.



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