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Melhorias em aeroportos devem consumir R$ 5,4 bi



26/05/2010 | 07:00


As melhorias previstas nos 16 aeroportos brasileiros vinculados às 12 cidades que vão sediar a Copa do Mundo deverão absorver investimentos de R$ 5,4 bilhões até 2014, incluindo obras de infraestrutura e instalações de módulos temporários para aumentar a capacidade de trânsito de passageiros.

O diretor de engenhariada Infraero, Jaime Parreira, disse que do total de investimentos previstos, 61% serão realizados pela própria empresa e os 41% pela União, com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Parreira explicou que os módulos que serão construídos em aeroportos como o de Guarulhos consistem em estruturas pré-fabricadas nos moldes da instalada no aeroporto de Florianópolis, Santa Catarina.

A vantagem desse tipo de construção, segundo ele, é a rapidez do empreendimento e o preço mais baixo. A estimativa é que esse tipo de módulo, que pode consistir apenas em sala de espera de passageiros, mas também em terminais com check in, café e restaurantes tenha custo de R$ 2.500 por metro quadrado, enquanto uma infraestrutura definitiva tem custo de R$ 6.000 a R$ 7.000 por metro quadrado.

No que diz respeito especificamente a Guarulhos, Parreira disse que 50% das obras definitivas do Terminal 3 deverão ser entregues até 2013 e, até 2014, serão concluídos três módulos no local, que ampliarão a capacidade em 6,5 milhões de passageiros ao ano.

Esses módulos terão investimentos totais de R$ 68 milhões. A durabilidade dessas estruturas é de 10 a 15 anos e, de acordo com o executivo, elas podem ser deslocadas para outros aeroportos, se necessário.

Segundo o diretor de engenharia da Infraero, a construção das obras definitivas e dos módulos nos aeroportos das cidades-sede da Copa visam não apenas a realização do evento esportivo, mas também o crescente aumento da demanda no setor aéreo do País.

PARCERIA - O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, disse que a empresa tem interesse em participar de PPPs (parcerias público-privadas) para a realização de obras em aeroportos brasileiros. Segundo ele, "a orientação do grupo é que se houver oportunidade de parcerias desse tipo em aeroportos é de nosso interesse, para passageiros e carga", disse em entrevista após participar da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil, no Rio, mesmo evento em que Parreira compareceu.

Barroso citou os Estados Unidos como exemplo de sucesso nesse tipo de parceria. De acordo com Barroso, a área internacional responde hoje por 45% da receita da TAM e o objetivo é que atinja a fatia "ideal' de 50%.



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Melhorias em aeroportos devem consumir R$ 5,4 bi


26/05/2010 | 07:00


As melhorias previstas nos 16 aeroportos brasileiros vinculados às 12 cidades que vão sediar a Copa do Mundo deverão absorver investimentos de R$ 5,4 bilhões até 2014, incluindo obras de infraestrutura e instalações de módulos temporários para aumentar a capacidade de trânsito de passageiros.

O diretor de engenhariada Infraero, Jaime Parreira, disse que do total de investimentos previstos, 61% serão realizados pela própria empresa e os 41% pela União, com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Parreira explicou que os módulos que serão construídos em aeroportos como o de Guarulhos consistem em estruturas pré-fabricadas nos moldes da instalada no aeroporto de Florianópolis, Santa Catarina.

A vantagem desse tipo de construção, segundo ele, é a rapidez do empreendimento e o preço mais baixo. A estimativa é que esse tipo de módulo, que pode consistir apenas em sala de espera de passageiros, mas também em terminais com check in, café e restaurantes tenha custo de R$ 2.500 por metro quadrado, enquanto uma infraestrutura definitiva tem custo de R$ 6.000 a R$ 7.000 por metro quadrado.

No que diz respeito especificamente a Guarulhos, Parreira disse que 50% das obras definitivas do Terminal 3 deverão ser entregues até 2013 e, até 2014, serão concluídos três módulos no local, que ampliarão a capacidade em 6,5 milhões de passageiros ao ano.

Esses módulos terão investimentos totais de R$ 68 milhões. A durabilidade dessas estruturas é de 10 a 15 anos e, de acordo com o executivo, elas podem ser deslocadas para outros aeroportos, se necessário.

Segundo o diretor de engenharia da Infraero, a construção das obras definitivas e dos módulos nos aeroportos das cidades-sede da Copa visam não apenas a realização do evento esportivo, mas também o crescente aumento da demanda no setor aéreo do País.

PARCERIA - O presidente da TAM Linhas Aéreas, Líbano Barroso, disse que a empresa tem interesse em participar de PPPs (parcerias público-privadas) para a realização de obras em aeroportos brasileiros. Segundo ele, "a orientação do grupo é que se houver oportunidade de parcerias desse tipo em aeroportos é de nosso interesse, para passageiros e carga", disse em entrevista após participar da Cúpula União Europeia-América Latina de Aviação Civil, no Rio, mesmo evento em que Parreira compareceu.

Barroso citou os Estados Unidos como exemplo de sucesso nesse tipo de parceria. De acordo com Barroso, a área internacional responde hoje por 45% da receita da TAM e o objetivo é que atinja a fatia "ideal' de 50%.

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