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Mano tenta se superar em mata-mata


Das Agências

05/05/2010 | 07:00


Em dezembro de 2007, num hotel do Rio de Janeiro o Corinthians acertava a contratação de Mano Menezes. Logo após o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, o pensamento era mais do que apenas voltar à elite. O clube trazia um profissional acostumado a jogos decisivos e pensava em brilhar na Libertadores.

O tempo se passou e o tão sonhado dia chegou. Hoje, no Pacaembu, diante da fanática e fiel torcida, o treinador vai para seu 15º mata-mata com o retrospecto de 13 sucessos anteriores - sempre levou o time às finais.

O único tropeço de Mano em duelos eliminatórios ocorreu na Copa do Brasil de 2008. Diante do sexto adversário, o Sport, no Recife, o time perdeu por 2 a 0 e deixou o título escapar - em casa, havia vencido por 3 a 1.

A volta por cima surgiria no ano seguinte. Ergueu o título no Beira-Rio, contra o Internacional. Em 2009, no único Paulista em que a equipe chegou à semifinal (ficou em em quinto em 2008 e 2010), bateu São Paulo e Santos.

O retrospecto de estrategista em jogos de ida e volta vem de longe. Em 2002, levou o pequeno Guarani de Venâncio Aires à conquista do Campeonato Gaúcho (os grandes do Estado disputaram o Supercampeonato Gaúcho). Em 2004, levou outro time sem expressão, o XV de Campo Bom, às semifinais da Copa do Brasil. Resultados que o levaram ao Grêmio.

No Tricolor gaúcho, mais vitórias em mata-matas. Duas conquistas estaduais, uma após virada espetacular diante do Caxias, na semifinal, e um vice na Taça Libertadores, perdida para o Boca Juniors.

Hoje, Mano Menezes dirige o Corinthians em seu 169º jogo oficial (são mais três amistosos), igualando o número de partidas no Grêmio. E mostra sua competência nos números. No clube gaúcho, foram 89 vitórias, 35 empates e 45 derrotas, aproveitamento de 59,56%. No Parque São Jorge, são 91 vitórias, 46 empates e 31 derrotas - 62,91%.

Este ano o Corinthians abriu mão de entrar na briga pelo bicameponato estadual e priorizou a Libertadores. A estratégia deu certo e a equipe atravessou a primeira fase invicta, com cinco vitórias e apenas um empate. Com a única derrota da equipe até aqui, para o Flamengo, Mano precisa mais do que nunca que os números lhe sejam favoráveis. 

Recém-chegado, ‘louco' Bruno César vai torcer de longe

Recém-chegado ao Parque São Jorge após ser um dos responsáveis de levar o Santo André à final do Paulistão, o meia Bruno César já estará na torcida pelo Corinthians, hoje à noite, contra o Flamengo. "Será um jogo difícil, o Flamengo tem uma bela equipe e já mostrou no último jogo. Vou ficar torcendo para que a equipe passe à próxima fase da Libertadores.", comentou o jogador, eleito na segunda-feira a revelação do Estadual.

Corintiano desde criança por ter uma mãe fanática pelo Timão (Dona Teresinha), Bruno César deixou claro que vai se entregar de corpo e alma no novo clube. "Sou mais um louco para o bando", afirmou.

De acordo com o meia, a campanha vice-campeã pelo Ramalhão foi marcante e ele espera retornar ao Bruno Daniel para despedir-se dos ex-companheiros. "Esse time vai deixar saudade, porque era um grupo de união, todos eram amigos. Ainda vou voltar para me despedir com mais calma. Foi um dos melhores elencos que já trabalhei nessa minha curta carreira." (Por Dérek Bittencourt)

‘Imperador' admite comemorar gol

Se fizer gol, Adriano vai comemorar. O Imperador prometeu acabar com o tom sério dos festejos caso balance a rede contra o Corinthians.

"Acho que vou comemorar, não sei", disse, abrindo um sorriso. "Só quero fazer uma linda partida para ajudar meus companheiros", disse o jogador ao lado de Vágner Love, após o treino de ontem na Academia de Futebol do Palmeiras. Os dois sabem que podem desequilibrar, mas reconhecem que do outro lado Ronaldo, Roberto Carlos e companhia também podem fazer o mesmo.

"O Corinthians tem jogadores que podem definir a qualquer momento. A gente sabe das qualidades deles, mas também sabemos o que devemos fazer", explicou Adriano.

O Imperador confessou que conversa frequentemente com Ronaldo e pediu a seus defensores atenção com o corintiano. "A gente sempre se fala. Eu e Ronaldo temos uma amizade muito forte. Desejo a ele toda sorte do mundo." (Da AE)



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