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Redução da jornada foi a principal reivindicação no País


Das Agências

02/05/2010 | 07:00


Em Brasília, a festa começou às 9h30 e se estendeu por todo o dia. Assim como em outras capitais brasileiras, o 1º de Maio na Capital Federal foi marcado por manifestações pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais . O evento, organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e sindicatos filiados, reuniu cerca de 10 mil pessoas e teve a apresentação de 23 artistas e grupos locais.

No Rio de Janeiro, o presidente da NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), Sebastião José, disse que a principal luta dos trabalhadores no Estado é contra a sonegação de emprego. Representantes da central sindical, criada em 2005 e presente em 22 Estados, participam da festa do Dia do Trabalho na Quinta da Boa Vista, que reúne mais de 10 mil pessoas.

O líder sindical afirmou que aproveitando o mês de maio, a Nova Central está levantando a bandeira para a criação de emprego. Segundo ele, somente no Estado do Rio devem estar sendo sonegados no mínimo 500 mil postos e qualquer cidadão não terá dificuldade em detectar áreas em que faltam trabalhadores, como é o caso dos "supermercados, bancos e praças de pedágio nas estradas, onde há filas enormes e vários boxes fechados".

No Paraná, a estimativa da Força Sindical é que cerca de 150 mil trabalhadores participaram das comemorações da nona edição do 1º de Maio Solidário, em frente ao Palácio Iguaçu, sede do governo paranaense. No centro de Curitiba, a prefeitura promoveu a 2ª Feira do Emprego e da Capacitação Profissional. Participam 52 empresas que oferecem 5.000 vagas de emprego e 3.000 para cursos de capacitação e qualificação profissional, graduação e pós-graduação.



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