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Brasileiro não será afetado por alta de energia do Paraguai


Da Agência Brasil

15/04/2010 | 07:00


O consumidor brasileiro não será afetado pelo possível aumento no preço da energia elétrica excedente vendida pelo Paraguai. Se a proposta que está sendo analisada pela comissão de representação ao Parlasul (Parlamento do Mercosul) for aprovada, o preço pago pelo Brasil pela energia paraguaia passará dos atuais US$ 120 milhões para US$ 320 milhões anuais.

O relator da proposta, deputado Dr. Rosinha (PT-PR) já deu o parecer favorável ao reajuste. Ele disse que o impacto do aumento de preço da energia elétrica paraguaia na economia brasileira será "ínfimo", já que será diluído no Tesouro Nacional. "Ele não será absorvido pela Eletrobras, por exemplo, de modo que o consumidor não será afetado".

Por outro lado, disse o deputado Dr. Rosinha, esta não é a primeira negociação de preços que acontece no Tratado de Itaipu, que regulamenta o acordo de compra de energia entre o Brasil e o Paraguai. "Ao contrário do que dizem partidos de oposição, esta será a quarta ou quinta negociação. O argumento da oposição baseia-se na impossibilidade de revisar o Tratado de Itaipu. Porém, o anexo 6º, que trata deste assunto, já foi alterado outras vezes", disse.

Outra questão que deve ser considerada, disse o deputado, é que "só posso ter integração regional com economias infinitamente menores que a nossa, como é o caso do Paraguai, se eu fizer algum tipo de concessão. Tenho dito que ou eu faço concessões para integrar a região do Mercosul ou faço um muro para dividi-la".

Outra questão que deve ser considerada, disse o deputado, é que "só posso ter integração com economias infinitamente menores que a nossa, como é o caso do Paraguai, se eu fizer algum tipo de concessão". 



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Brasileiro não será afetado por alta de energia do Paraguai

Da Agência Brasil

15/04/2010 | 07:00


O consumidor brasileiro não será afetado pelo possível aumento no preço da energia elétrica excedente vendida pelo Paraguai. Se a proposta que está sendo analisada pela comissão de representação ao Parlasul (Parlamento do Mercosul) for aprovada, o preço pago pelo Brasil pela energia paraguaia passará dos atuais US$ 120 milhões para US$ 320 milhões anuais.

O relator da proposta, deputado Dr. Rosinha (PT-PR) já deu o parecer favorável ao reajuste. Ele disse que o impacto do aumento de preço da energia elétrica paraguaia na economia brasileira será "ínfimo", já que será diluído no Tesouro Nacional. "Ele não será absorvido pela Eletrobras, por exemplo, de modo que o consumidor não será afetado".

Por outro lado, disse o deputado Dr. Rosinha, esta não é a primeira negociação de preços que acontece no Tratado de Itaipu, que regulamenta o acordo de compra de energia entre o Brasil e o Paraguai. "Ao contrário do que dizem partidos de oposição, esta será a quarta ou quinta negociação. O argumento da oposição baseia-se na impossibilidade de revisar o Tratado de Itaipu. Porém, o anexo 6º, que trata deste assunto, já foi alterado outras vezes", disse.

Outra questão que deve ser considerada, disse o deputado, é que "só posso ter integração regional com economias infinitamente menores que a nossa, como é o caso do Paraguai, se eu fizer algum tipo de concessão. Tenho dito que ou eu faço concessões para integrar a região do Mercosul ou faço um muro para dividi-la".

Outra questão que deve ser considerada, disse o deputado, é que "só posso ter integração com economias infinitamente menores que a nossa, como é o caso do Paraguai, se eu fizer algum tipo de concessão". 

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